Mostrando postagens com marcador Gp da Inglaterra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gp da Inglaterra. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de julho de 2011

il Cavallino!


Um carro vermelho na frente em 2011, enfim. Que seja então, 60 anos depois do argentino José Froilán González - em Silverstone mesmo – conquistar a primeira pole position e vitória para o time de Maranello na F1. Fantástica corrida de Alonso, dosada, claro, de uma boa sorte pelo problema no pit de Vettel e pelo escudo humano feito por Hamilton, que o possibilitou abrir grande vantagem de Vettel no penúltimo stint. Hora certa; lugar certo. E com a marca da competência do espanhol. Grande prova.

Vettel teve ceifada sua possibilidade de vitória (na verdade, a certeza) na segunda parada de Box, depois de muita demora. Perdeu posições para Alonso e Hamilton. Isso foi crucial. Depois de passar Hamilton na última parada, Sebastian se deu por satisfeito com o segundo lugar. Justo, já que este posto - o segundo - é a pior posição de chegada do alemão nesse ano, sendo esta a terceira vez que isso acontece em nove provas. As outras seis... bom, não preciso dizer.

E não foi hoje que Webber liderou a primeira volta em corrida nesse ano. Outro desempenho horrendo de Mark. Desde o momento que largou, só perdeu posições. Apenas ganhou o terceiro de Hamilton, que se arrastava. Tentou atacar Vettel no fim, em vão. A equipe cortou suas esperanças de pela primeira vez chegar à frente do companheiro de Red Bull pelo rádio; foi até engraçado. Um terceiro lugar que olho com certo desprezo. Só está aí pelo carro que tem.

Hamilton fez uma boa corrida. Sempre combativo, largou de 10º para sétimo e em poucas voltas estava colocando pressão em Felipe Massa pelo quarto lugar. Uma pena a McLaren ter estado em tão forte declínio neste fim de semana, Hamilton poderia ter feito muito mais – coisa que o consumo excessivo de combustível também atrapalhou no final. Pelo menos, fez o show nas disputas com Vettel e, no fim, com Massa, chegando a um décimo do brasileiro na acirrada corrida pelo quarto lugar.

Tão apagados quanto Webber foram Massa e Button. Felipe até que começou num ritmo bom, mas caiu progressivamente (ou regressivamente, escolha) no andar da prova. Dessa vez não dá pra culpar o trabalho de Box, Massa deixou a desejar. O mesmo de Button, que acabou abandonando sua prova insossa num erro da equipe na troca de pneus.

Excelente corrida de Rosberg e, principalmente, Sérgio Pérez, que conseguiu um expressivo sétimo lugar saindo de 12º, mostrando ser bom de chuva. Quem foi bem também foi Michael Schumacher, que poderia ser sexto não fosse a punição pela batida em Kobayashi. Punição que faz sentido quando se nota que Schummy se aproveitou da parada para a troca do bico para trocar os pneus de chuva, unindo, de certa forma, o necessário ao útil. De bom tamanho o nono.

Reservo, por fim, este espaço para comentar as mudanças no circuito de Silverstone. Foi muito estranho ver uma largada de GP da Inglaterra longe da Copse, e não ver os carros saindo “babando” da Chapel, uns colados nos outros, em direção à Stowe na primeira volta. Fora ainda que o novo pit lane é em declive, impossibilitando ao espectador ver justamente o pit das melhores equipes do grid. Outros problemas no Box são a entrada e a saída. A primeira corta por muito a Club; a segunda corta de leve a Abbey, o que inclusive fez com que as punições hoje não fossem os costumeiros drive-throughs, e sim os saudosos stop and go’s de 10 segundos.

Onde quero chegar: Mudar pra quê? Não vejo outro motivo senão se gabar da nova área de pits, “The Wing”. Quer saber, ficou boa sim. Sou a favor da evolução na F1 e até de apetrechos que possam ajudar na emoção como DRS e, como chamam por aí, os pneus de isopor. Defendo-os. Acho tentativas válidas para a F1 continuar sendo aquilo que sempre foi, o topo e a elite do automobilismo. Mas manter certas tradições não custa, e neste caso, inclusive, seria menos espalhafatoso e mais bem aceito pelos fãs do que uma mudança dessas proporções.

E tenho certeza que quanto a isso falo pela maioria; a F1 querendo se modernizar desnecessariamente corre risco de cair numa crise de identidade, se é que já não está.

sábado, 9 de julho de 2011

Inconclusivo = Imprevisível


Pois é. Com ou sem mapeamento de motores; com ou sem 50% de tolerância de gases. Deu a lógica; deu Red Bull. Pelo menos dessa vez foi com Webber. Mas a verdade é que o treino foi bem atípico, pouco deu para tirar conclusões. As últimas voltas do Q3, que poderiam dar o tom da situação para amanhã, não aconteceram, graças à chuva. O jeito é esperar para ver na prática, no apagar das cinco luzes vermelhas.

Mas uma coisa dá pra dizer: Depois de todas essas proibições, exceções e proibições de novo; a Red Bull ainda é a mais rápida em treinos de classificação, que foi, justamente, onde a FIA tentou tirar desempenho da equipe dos energéticos decretando o fim do “blown difuser”. O tiro saiu pela culatra, a primeira fila mais uma vez vai ter os dois RB7. A ver se Webber consegue liderar sua primeira volta do ano amanhã, o que, convenhamos, com um canhão desses na mão, é digno de nota negativa para o australiano.

A história de 2010 parece que vai se repetindo. Enquanto a Ferrari sobe; a McLaren desce. Num circuito onde a aerodinâmica é tão importante quanto foi em Barcelona ou Xangai, onde a McLaren quase ganhou e ganhou, respectivamente, Button foi o quinto e Hamilton apenas o décimo, depois de ter demorado a fazer voltas rápidas no Q3.

A Ferrari, em grande evolução, colocou Alonso em terceiro, perto das Red Bulls, e Massa em quarto. A julgar pelo costumeiro ganho de performance durante a corrida, têm boas chances de sair de Silverstone com, quem sabe, a primeira vitória do ano.

Excelentes treinos de Kobayashi (está se tornando redundante dizer isso), Di Resta – num ótimo sexto lugar – e de Pastor Maldonado – que vai tendo evolução notável e inesperada com o carro da Williams em sétimo. Está na hora de marcar os primeiros pontos. E claro, menção a Kovalainen, que levou sua Lotus ao Q2.

Treinos ruins de Barrichello – só em 15º, enquanto Maldonado,”o aprendiz”, foi o sétimo - e das Toro Rosso - que subestimaram o risco de chuva durante o Q1 e foram cortadas prematuramente da classificação. Mas dessa vez, um erro da equipe, que deixou os carros com pneus duros durante os primeiros 15 minutos de um treino na iminência de chuva a qualquer momento.

Parágrafo a parte para falar da Renault, que parece estar indo para o vinagre de vez com seus problemas de gerencia atuais. Apenas 14º e 16º para Petrov e Heidfeld, que foram ao pódio nas primeiras duas corridas do ano. Uma pena. Pelo lado bom, pelo menos esse estágio da equipe não está queimando a imagem de Robert Kubica, que não mereceria passar por isso com o talento que tem. Aliás, esse estágio, pelo qual passa o time, muito tem a ver com esta ausência.

Para um treino inconclusivo no sábado há sempre uma corrida imprevisível no domingo. Impossível falar alguma coisa. O que se espera é que a F1 continue disputada como vínhamos vendo até antes do GP de Valência. Uma boa corrida... é o que deve acontecer.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Renascimento inglês


Há 30 anos dava seu primeiro fruto uma parceria de grande sucesso na F1. Uma parceria que faria uma equipe voltar aos dias de sucesso, conquistando títulos nos anos seguintes.

No fim dos anos 70, a já bi campeã McLaren amargava posições ruins de meio de pelotão. Foi quando a Philip Morris, dona da marca Marlboro, patrocinadora dos carros, resolveu entrar em cena de forma incisiva e pressionar o controle do time a buscar alternativas para voltar aos dias de glória. Para 1980 o francês Patrick Tambay foi demitido, e para seu lugar foi chamado o compatriota novato Alain Prost, que faria dupla com o inglês John Watson.

Mesmo com o talento de Prost e a experiência de Watson a equipe não conseguiu muito mais do que somar alguns pontos. Algo teria que ser feito novamente para 1981, algo que revolucionasse e reestruturasse a equipe. A McLaren se juntava então à Project 4, equipe de Ron Dennis que atingira grande sucesso nas categorias inferiores como Formula 2 e Formula 3 tendo seus carros patrocinados pela Marlboro.

O carro de 1981 seria projetado pelo engenheiro inglês John Barnard. Seria o primeiro chassi feito em fibra de carbono da F1, o MP4/1 (Marlboro Project 4). Barnard teve grande sucesso nos EUA depois de rápida - e também vitoriosa - passagem pela F1 no início dos anos 70 (era membro da equipe que projetou o M23, McLaren campeão de 1974). Ele projetou o Chaparral 2K para a equipe Hall, com o qual Johnny Rutherford se tornou pole position e vencedor da Indy 500, além de campeão da temporada em 1980. O que chamou a atenção de Ron Dennis.

Watson continuava na equipe, porém Prost – de ida para a Renault – deixava seu lugar para o irregular italiano Andrea de Cesaris.

Até o GP da Inglaterra - nona etapa - o carro já havia conseguido, desde a estréia na Argentina (terceira prova), dois pódios, ambos com John Watson. Progressivamente terceiro e segundo lugares nas duas provas anteriores ao GP inglês, em Jarama na Espanha e em Dijon-Prenois na França.

No grid os dois carros ingleses dividiam a terceira fila, com Watson em quinto e De Cesaris o sexto. Quem comandava tabela de tempos eram os turbos de Ferrari e Renault, muito mais potentes que os Cosworth das McLarens e Brabhams nas retas de Silverstone.

Na largada, Prost pulou de segundo para primeiro ultrapassando seu companheiro de equipe Arnoux, que caiu para quarto depois das primeiras curvas. Na volta 3 depois uma fechada do companheiro Pironi, Villeneuve cairia de terceiro para quarto sendo ultrapassado por Arnoux no momento, e Piquet uma volta depois.

Na volta 5, depois de um erro na Woodcote, Villeneuve roda à frente de Jones e das duas McLarens. Sem conseguir escapar do enrosco, vão parar nas telas de proteção com o canadense, Alan Jones e Andrea De Cesaris. Watson para não bater reduziu bastante a velocidade, sendo ultrapassado por Reutemann e Mario Andretti. Demoraria mais 10 voltas para Watson repassa-los e se aproveitar de um problema no turbo de Pironi para ser o terceiro.

Pouco depois seria a vez de Prost parar no box com problemas no seu turbo. Watson era segundo. E permaneceria por aí até a volta 60, quando Arnoux teve problemas no distribuidor de seu turbo, caindo assim melancolicamente na classificação até parar o carro de uma vez na volta 64 de um total de 68.

Essa seria a primeira vitória da McLaren depois de James Hunt no GP do Japão de 1977. A primeira com Ron Dennis no comando, a primeira depois da reestruturação que a recolocou no mapa das vitórias. Uma equipe inglesa, num circuito inglês com um piloto inglês, 30 anos atrás.

Veja o vídeo da prova:

domingo, 21 de junho de 2009

Destruídor...


... Soberano, matador e impecável. Esses são os primeiros adjetivos que vêm a minha cabeça ao pensar no GP da Inglaterra do alemão Sebastian Vettel. Grande vitória, 2ª no ano, 3ª na carreira. Construiu sua vitória principalmente no 1º stint quando virava cerca de 1.0 a 1.5 seg mais rápido que o 2º, Barrichello, e que o resto. A Red Bull chegou, pelo menos em Silverstone mostrou um desempenho muito melhor que o da Brawn, que estava irreconhecivel. "Hat-trick" do jovem alemão, fim de semana bom para aumentar sua moral que vinha baixa depois principalmente das duas últimas corridas.

Resta saber se foi circunstâncial o rendimento do RB5 em Silverstone, ou se a Red Bull concebeu nos últimos meses um foguete. Acho eu que um pouco dos 2, o domínio foi circinstâncial, mas melhor esperar. De qualquer forma acho eu que o RB5 vai ter um bom rendimento em pistas de alta velocidade (Spa, Monza) como Silverstone.

Pra completar o dia perfeito da Red Bull Webber foi o 2º. Quem sabe se tivesse passado Barrichello na largada pudesse ter dado até um calor em Vettel, já que na segunda parada do alemão o australiano chegou até a passá-lo.

Barrichello foi 3º, fez o seu. Não dava pra chegar nas Red Bulls, sendo assim poupou-se e ficou com o 3º lugar. Era inevitável a passagem de Webber após o 1º pit, enfim não se pode falar mal de Barrichello, hoje não.

Button fez uma corrida apática. Jamais esteve em posição de atacar alguém por um lugar, ganhou o que ganhou de posições no fim da prova devido a estratégia de equipe que prolongou seu 2º stint, não fosse isso estaria brigando para se manter na zona de pontos com Raikkonen, Glock e Fisichella. Não sei até que ponto isso pode ser pressão psicológica, mas fato é que ele ontem e hoje reclamou de falta de aderência diânteira, e pensando agora um dos fatores que pode ter feito com que ele não tenha conseguido passar ninguém foi a falta de pressão aerodinâmica oferecida quando chega-se perto de um carro para atacar. Enfim, uma tese, mas não explica a verdade inteira que é: Button não foi bem.

Agora, corridaça de Felipe Massa. Depois de ter largado de 11º finalizou em um belíssimo 4º lugar e agora é 6º no mundial. De fato Felipe tem feito muito mais do que se espera de um carro da Ferrari, está de parabéns. Mas sejamos francos, não ter ido para o Q3 foi até bom para sua estratégia de corrida, fez seu 1º pit stop bem depois dos que iam a sua frente, e isso foi de grande proveito a Felipe, ganhou varias posições. Kimi pontuou também, 8º lugar para o homem de gelo, leva a crer que é só não errar que a Ferrari tem lugar entre os 8 primeiros.

Boa corrida também da Williams, sobretudo Rosberg que foi 5º, e vai somando seus pontinhos. Nakajima chegou a ser 4º depois de passar Trulli na largada, mas estranhamente perdeu todas as posições em sua 1º parada de box, e ao final foi 11º. O fato é que com essa colocação na zona de pontos a Williams (ou melhor Rosberg) passa a McLaren no campeonato de construtores e agora é 5ª.

Toyota ficou realmente sem fôlego. Já não é mais aquela equipe que ameaçava a ganhar a 1º corrida de sua história do início do ano. Agora tem desempenho bem mais modesto, Trulli 7º e Glock 9º, conclusão: voltou a ser Toyota de anos passados.

Boa corrida de Nelsinho em 12º. Dessa vez foi a largada que atrapalhou o brasileiro, caiu muito após a primeira volta. Não fosse tinha estratégia para chegar aos pontos. Alonso foi prejudicado pelo pouco rendimento de Heidfeld na primeira parte da prova e foi apenas 14º.

McLaren... bom é só ver o resultado da prova...

Boa atuação de Fisichella 10º. Não muda nada efetivamente, mas a Force India vai evoluindo aos poucos e não é de agora, desde o início do ano eles já vem crescendo. Fato é que já não são mais os últimos.

Corrida chata, essa foi a verdade. O momento mais emocionante foi a batida de Bourdais em Kovalainen, que acabou inclusive resultando nos 2 únicos "abandonos" da prova. Mas claro, pra que acabar uma prova em último e penúltimo com um perfeito álibe de um acidente para recolher o carro na garagem e ir beber água no motorhome? Fato é que alguém ficou com um belo souvenir do carro do nerd francês.

Dia 10 do mês que vem Alemanha, em Nurburgring. Lá veremos se a Red Bull é casamento de pista-carro-piloto, se Brawn ficou na história e se Button se acovardou ou foi apenas um fim de semana infeliz.

Resultado depois de 60 voltas:
1º. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), 60 voltas, 1h22min49s328
2º. Mark Webber (AUS/Red Bull), a 15s188
3º. Rubens Barrichello (BRA/Brawn), a 41s175
4º. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 45s043
5º. Nico Rosberg (ALE/Williams), a 45s915
6º. Jenson Button (ING/Brawn), a 46s285
7º. Jarno Trulli (ITA/Toyota), a 1min08s307
8º. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), a 1min09s622
9º. Timo Glock (ALE/Toyota), a 1min09s823
10º. Giancarlo Fisichella (ITA/Force India), a 1min11s522
11º. Kazuki Nakajima (JAP/Williams), a 1min14s023
12º. Nelsinho Piquet (BRA/Renault), a 1 volta
13º. Robert Kubica (POL/BMW), a 1 volta
14º. Fernando Alonso (ESP/Renault), a 1 volta
15º. Nick Heidfeld (ALE/BMW), a 1 volta
16º. Lewis Hamilton (ING/McLaren), a 1 volta
17º. Adrian Sutil (ALE/Force India), a 1 volta
18º. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso), a 1 volta
Não completaram:
Sébastien Bourdais (FRA/Toro Rosso), 25 voltas
Heikki Kovalainen (FIN/McLaren), 24 voltas

sábado, 20 de junho de 2009

Casa de um... festa do outro


Antes de tudo - Nego-me a falar de política neste post

Sebastian Vettel marcou hoje sua 4ª pole na carreira e 2ª consecutiva no treino de classificação para o GP da Inglaterra. É tal a superioridade de Vettel que está cerca de 4 voltas mais pesado que Barrichello, 2º e o companheiro Webber 3º. Ou seja se acertar a largada e não errar, principalmente no 1º stint, como na Turquia há 2 semanas já tem uma mão na taça, que por sinal na Inglaterra na minha opinião é a mais bela do mundial.

De qualquer forma resta-nos saber se o novo pacote aero-dinâmico da Red Bull será bom em ritmo de corrida. Asa traseira menor e curvada para dentro na base, e bico mais largo são os apêndices mais visíveis.



E você pergunta? onde diabos se enfiou Button? simplesmente um 6º lugar no grid, reclamando muito da estabilidade do carro. Pode ser que ele não tenha sentido bem o carro de verdade, mas uma classificação tão ruim na minha opinião não pode ser tirado credito só do carro ruim ou de sujeira na pista ou de tráfego. Button no meu ver começou a sentir a pressão, o fato é que levou 0,5s de Barrichello, teoricamente o 2º piloto do time.

Barrichello, esse merece menção honrosa, seu melhor treino na temporada e aquela que pode ser sua melhor chance de vitória no ano até aqui. Tem o problema de Vettel estar mais pesado, mas se passa-lo antes da 1ª curva o brasileiro ainda pode ter uma chance.

Massa errou em sua última volta o Q2, ficou em 11º, mas de qualquer forma eu não acho e nem ele próprio disse que faria muito melhorcaso tivesse passado. É só ver que Raikkonen ficou em 9º.

A McLaren certamente será a ganhadora do "troféu Honda" desse ano, já é carroça só falta se firmar como potência financeira incompetente. É impressionante, Lewis Hamilton pela 3ª vez consecutiva ficou no Q1 e largará em 19º amanhã, atrás inclusive das duas Force India, que usam Mercedes como ele. Kovalainen foi salvo pelo gongo graças ao acidente de Sutil, senão ficava no Q1. 13º tempo para o pole do ano passado.

Segue ai uma foto emblemática sobre o momento do time inglês!

Por sinal fortíssima pancada de Sutil, posso estar enganado mas se tivessemos ali área de escape de asfalto ele teria se machucado feio feio pela desaceleração brusca, já qe o problema foi com o freio. Alinha em 18º amanhã, ele que foi a grande supresa de 6 feira ficando em 3º no geral.

Grande dia para Williams, a phoenix da F1, mais uma vez renascendo das cinzas, sobe tudo o grande desempenho de Nakajima que na sua melhor classificação da vida alinha 5º amanhã, a frente do lider do campeonato Button o 6º(!!). Rosberg foi bem também e se colocou em 7º.

Mais uma vez Nelsinho atrás de Alonso, mas desta vez dignamente, ele larga em 14º e Fernando tirando leite de pedra, 10º.

Bom, não sei se a corrida amanhã reserva grandes emoções nas primeiras posições, mas do 5º em diante promete e promete muito, já que o grid está bem embolado por ali, então que venham as 60 voltas do GP da Inglaterra 2009.

Grid-
1°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), 1min19s509 ( 21 voltas )
2°. Rubens Barrichello (BRA/Brawn), 1min19s856 ( 23 )
3°. Mark Webber (AUS/Red Bull), 1min19s868 ( 18 )
4°. Jarno Trulli (ITA/Toyota), 1min20s091 ( 21 )
5°. Kazuki Nakajima (JAP/Williams), 1min20s216 ( 17 )
6°. Jenson Button (ING/Brawn), 1min20s289 ( 25 )
7°. Nico Rosberg (ALE/Williams), 1min20s361 ( 21 )
8°. Timo Glock (ALE/Toyota), 1min20s490 ( 25 )
9°. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), 1min20s715 ( 24 )
10°. Fernando Alonso (ESP/Renault), 1min20s741 ( 22 )
11°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), 1min18s927 ( 19 )
12°. Robert Kubica (POL/BMW), 1min19s308 ( 21 )
13°. Heikki Kovalainen (FIN/McLaren), 1min19s353 ( 19 )
14°. Nelsinho Piquet (BRA/Renault), 1min19s392 ( 18 )
15°. Nick Heidfeld (ALE/BMW), 1min19s448 ( 19 )
16°. Giancarlo Fisichella (ITA/Force India), 1min19s802 ( 11 )
17°. Sébastien Bourdais (FRA/Toro Rosso), 1min19s898 ( 10 )
18°. Adrian Sutil (ALE/Force India), 1min19s909 ( 10 )
19°. Lewis Hamilton (ING/McLaren), 1min19s917 ( 7 )
20°. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso), 1min20s236 ( 12 )

Pesos-
Kazuki Nakajima (JAP/Williams), 652,5 kg
Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), 654,0
Fernando Alonso (ESP/Renault), 654,0
Rubens Barrichello (BRA/Brawn), 657,5
Jenson Button (ING/Brawn), 657,5
Jarno Trulli (ITA/Toyota), 658,0
Mark Webber (AUS/Red Bull), 659,5
Timo Glock (ALE/Toyota), 660,0
Nico Rosberg (ALE/Williams), 661,5
Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), 665,5
Nick Heidfeld (ALE/BMW), 665,5
Lewis Hamilton (ING/McLaren), 666,0
Giancarlo Fisichella (ITA/Force India), 668,0
Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso), 672,5
Felipe Massa (BRA/Ferrari), 675,0
Nelsinho Piquet (BRA/Renault), 682,5
Sébastien Bourdais (FRA/Toro Rosso), 687,5
Robert Kubica (POL/BMW), 689,5
Adrian Sutil (ALE/Force India), 692,0
Heikki Kovalainen (FIN/McLaren), 695,5

Disputa Piloto X Piloto:
McLaren: Hamilton 4X4 Kovalainen
Ferrari: Massa 3X5 Raikkonen
BMW: Kubica 6X2 Heidfeld
Renault: Alonso 8X0 Piquet
Toyota: Trulli 6X2 Glock
Toro Rosso: Bourdais 2X6 Buemi
Red Bull: Webber 1X7 Vettel***(0X8)
Williams: Rosberg 7X1 Nakajima
Force India: Sutil 3X5 Fisichella***(4X4)
Brawn: Button 6X2 Barrichello