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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Head Ache: as opiniões do Asno [4]


Os treinos livres de hoje em Budapeste não fugiram da regra do resto do ano, ou McLarens ou Rosberg na ponta, e nada melhor para ilustrar o que foi esse ano ás sextas-feiras do que os dois juntos hoje na frente. Dobradinha da McLaren com Rosberg em 3º, nada que vá causar alvoroço pois treinos de sexta-feira são sempre assim, não dizem absolutamente nada.

O que motiva esse post vem lá do fundo da tabela de classificação, mais precisamente do 20º lugar. O espanhol de apenas 19 anos Jaime Alguersuari, que hoje ficou em último nas duas sessões, faz sua estréia na F1 nesse domingo. Muito cedo para um alguém que se quer ouviamos falar na pré-temporada como aspirante a vaga de títular em algum time.

Seu passado não é grandioso. Está certo, no ano passado foi o mais jovem campeão da F3 Inglesa, com certeza o 2º dos títulos mais importantes antes de chegar a F1, perdendo apenas para GP2. Título que lhe rendeu a super-licença da FIA, o que diz que ele está apto a dirigir um F1. Porém nesse ano na Telofonica World Series sai da temporada passadas 11 corridas e sem nenhuma vitória nem pole position, numa modesta 8ª posição no campeonato.

No meu ver, esse ano seria de adaptação um degrau acima, numa categoria teóricamente um pouco mais forte que a F3. Porém mesmo práticamente sem experiência nenhuma ele é convocado para a STR substítuir um tetra campeão de Champ Car que não vingou, Sebastien Bourdais.

E tomando por base essa decisão devo acrescentar que o francês além de não ter vingado dentro da pista não era um cara muito bem visto pela equipe fora dela. Não devia ter aquele carisma que normalmente acaba abrindo algumas portas na vida, assim desse modo selando um pouquinho seu futuro na F1. Sebastien era apenas alguém de currículo bom que estava que estava a procura de vaga na F1 e conseguiu. Afinal sendo ainda francês (uma dinastia de pilotos infelizmente em declinio) e ainda com resultados tão bons em circuitos mistos, quem não o contrataria em 2008?

Mas a verdade que se revelou não foi das melhores para ele, somou pouquissimos pontos em 2008 (muitas vezes por azar, é verdade) e em 2009 vinha atrás do novato Buemi no campeonato, e também, é preciso dizer, largando várias vezes atrás do suíço, e quatro vezes marcando o último tempo nos treinos.

Enfim, Alguersuari vai ter muita dificuldade para se adaptar, seu começo já foi muito difícil, nos dois treinos foi o piloto que mais deu voltas e mesmo assim nos dois ficou a 1.9 do 1º colocado e levando tempo de Buemi principalmente na 2ª sessão, cerca de 0.8s.

Se Alguersuari dará certo, ficamos a ver. Tempo ele vai ter, tem apenas 19 anos, o grande revés é estreiar em uma temporada na qual os testes são tão escassos.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Head Ache: As opiniões do asno [4]


Ontem estava eu aqui em casa a fazer nada. Alguém poderá pensar, "Ó você estava querendo sair?" não, ficar em casa era de longe minha opção mais interessante. Mexendo na Internet, mais precisamente no orkut, encontrei um colírio para qualquer F1 maníaco como eu: 2 das corridas que eu sempre quis ver e ainda pela globo, o GP do Canadá e o da Bélgica de 1991.

Assim fiquei os dois últimos dias apenas assistindo a essas provas, e que provas diga-se de passagem!

E é tentando reencontrar esse bom momento em sua história que a F1 promove mudanças radicais agora quase que anualmente. Tudo por um melhor espetáculo e por ressuscitar as já segundo ela, enterradas, ultrapassagens.

Até ai tudo bem, afinal essa temporada de 2009 não está sendo aquela maravilha que nós esperávamos, o poder só trocou de mãos, mas os poderosos continuam muito mais poderosos do que o resto. Que saudade de 2008!!!! A F1 que todos falavam que era sem emoção, sem ultrapassagens. Fato é que no ano passado até aqui já tinhamos tido corridas muito mais emocionantes que hoje.

A proibição do reabastecimento tem lá seus adeptos que acham que isso faria com que os pilotos fossem para cima uns dos outros na pista, porém isso é mais ou menos como o sistema de medalhas proposto pela FIA no início do ano que servia para instigar a competição na pista. Não colou, e não funcionaria.


A F1 já não é mais como em 1991, não temos mais a variável das quebras, nem dos erros seguidos de saídas de pista, já que hoje não há mais brita e nem grama do lado de fora dos circuitos. Hoje também não há como pilotos errarem marchas. Em suma, a F1 chegou a tal nível de perfeição que se não fossem as paradas de pit algumas corridas seriam muito mais monótonas do que eventualmente já são.



Além do que tirar a chance de quem largou por exemplo em 13 ou 14 lugar de chegar aos pontos, já que teoricamente não teriam carros e nem ritmo de corrida para chegar e ultrapassar os pilotos mais a frente, seria ruim esportivamente ao final de uma temporada por exemplo. Assim quem largasse atrás com um carro médio por um problema qualquer em um treino poderia dar o fim de semana como terminado.



Outra medida que me parece completamente sem fundamento é a redução da largura dos pneus dianteiros juntamente a proibição do cobertor térmico. A primeira porque não consigo enxergar como isso pode ajudar a promover o aumento das ultrapassagens, já que seria tirada a aderência dianteira dos carros fazendo com que além da já conhecida pressão aerodinâmica que já se perde quando chega-se perto do carro da frente com carros perdessem mais estabilidade.

E a segunda pois não tem qualquer fundamento. Na verdade a pergunta para isso é, pra quê? Pra fazer quem sair do box de bobo na pista?

Olhando tudo isso é evidente que os dirigentes querem evoluir regredindo. Mas será esse o caminho correto? será que não será um tiro pela culatra? As coisas seguem um ciclo natural de evolução e talvez o caminho pelo qual a FIA deseja não seja esse. E isso tem grandes chances de dar errado.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Head Ache: As opiniões do asno [3]


"Formula 1 2010, a F1 da pindaíba"

Frente aos acontecimentos das últimas semanas, não pude escolher outro bordão para a cobertura global do ano que vem. Parece que para ter uma equipe de F1 agora querer é poder.

Enfim, há sérios candidatos, como, na minha opinião, Campos, Lola, Prodrive e USGPE. Sim, USGPE (USF1 era beeeem melhor, fazer o que? Bernie toupera), não é possivel que desde o início do ano Peter Windson e Ken Anderson estejam de brincadeira ou não saibam o que estão fazendo. Tenho a impressão que o projeto é sólido, é achismo mesmo, mas tudo que chega até nós leva crer que teremos uma equipe "American Dream" no ano que vem na F1, quiça com dois pilotos da terra do tio Sam. Daí sai coisa, não sei se boa, mas sai.

A Lola, lembram da última vez que essa dita cuja quis entrar na F1 em 1997 o fiasco que foi? Ricardo Rosset e Vincenzo Sospiri receberam um cano dos grandes, e pior para o italiano que sequer chegou a fazer um GP na F1. Depois de em Melbourne terem tentado se classificar para o grid não obtendo sucesso, para o GP do Brasil a Mastercard, patrocínadora mais forte do time, puxou o carro e deixou todos na mão. Mas a verdade é que o carro era péssimo, sequer trocava de marcha segundo o que conta Rosset em sua entrevista ao site Grande Prêmio. Mesmo com esse histórico creio eu que dessa vez o projeto seja pra valer, não entrariam de novo para fazer um papelão de 12 anos atrás hoje, afinal mais que pessoas, empresas se quiserem sobreviver tem que aprender com seus erros.

A Campos acredito que tenha uma boa estrutura, afinal a GP2 é um ótimo termômetro para esse tipo de coisa. Lembram do ano passado quando Lucas Di Grassi ficou sem correr as 3 primeiras rodadas e depois disparou ao 3º lugar na tabela do mundial de pilotos sendo moralmente o campeão da temporada de GP2? Ele guiava para a equipe de Adrian Campos, que ainda tinha o russo Vitaly Petrov, o qual andava sempre no mesmo bolo, ou seja, equipe de boa estrutura. Para exemplificar o que é a estrutura de um time é só acompanhar o desempenho da equipe Ducati Marlboro da MotoGP e ver que desde 2006 o piloto da segunda moto jamais anda do nível da primeira. GP2 parece-me ter sido excelente escola para Adrian, e com custos mais baixos seu time pode além de entrar na F1 em 2010 fazer um bom ano.

A Prodrive cá entre nós, está a tanto tempo na porta da F1 que se não entrar agora não entra mais, já que tem um projeto mais que consolidado. Desde 2007 está ai e nada, agora é hora de David Richards mostrar a que veio de fato.

O resto pra mim é resto, a Superfund de Alexander Wurz não tem muito futuro como equipe de F1, pode ser até que vingue como equipe, mas em outra categoria, não acredito que Wurz tenha tamanha experiencia para guiar um time numa categoria tão complexa quanto é a F1.

March para mim é mais nostalgia que realidade, não acredtito muito, se bem que poderiam voltar, se voltarem, com a pintura da Leyton House, adorava aquele azul! De qualquer forma se fosse você não colocaria meu dinheiro ai. O empresário que detém o nome March é presidente de um time de futebol da 2ª divisão da Inglaterra... ou seja... não dá pra saber se ele sabe o que está fazendo.

Litespeed, só o fato de lembrar Zakspeed já me bota uma pulga atrás da orelha. É fato que tem bastante experiencia na F3 britânica, excelênte categoria escola, masnão levo muita fé não. É um pulo grande sair da F3 até a F1, Pacific e Simtek estão ai para comprovar essa tese.

De fato teremos mais de uma equipe nova para o próximo ano. Estou na torcida para que todas viguem, embora ache improvável. Imagine voltar aos anos 80 com pré-classificação e tudo mais. de fato estamos meio que retrocedendo mesmo, basta lembrar que não teremos reabastecimento ano que vem. Pois é, a tão tecnologica F1, buscando evoluir seu estado atual do passado, como diria Cazuza, um museu de grandes novidades.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Head Ache: As opiniões do asno [2]


Bom galera... vamos fazer o seguinte: sempre teremos esse quadro depois de cada fim de semana de corrida, porém, claro, podemos ter edições extraordinárias... e é isso ai.
Enfim... você que vê a foto do post pode achar que vou meter o pau em Barrichello como fiz por exemplo ontem após o GP, aquele papo de segundão... e tal. Não, nada disso, e que fique claro. Embora ainda ache que Rubinho perdeu a corrida no 3° stint, quando voltou atrás de Massa e Vettel e sequer ameaçou-os, acho agora que esse não é o maior motivo da derrota. Eu lhe pergunto: será que se Button fosse o 1º na volta 17 teriam colocado abaixo dos 7 segundos de gasolina? teriam levado eles Rubinho à vencedora tática de duas paradas no 2º ou 3º lugar da prova? sei não... começo a achar que foi maracutaia mesmo... Porque vejam bem, não faz o menor sentido a equipe colocar o carro que estava em 1º numa estratégia de 3 paradas, sendo que haviamos ainda tido um Safety Car no início da prova. Seria arriscar demais, e seria eu completamente ignorante se não suposse que Brawn sabia disso, por exemplo, por seu passado.

A possibilidade de voltar atrás do tráfego, como de fato ocorreu, era muito grande, além do que a falta de ritmo de um jogo de pneus em um dos stints poderia levar a perda de uma ou mais posições, como também ocorreu. E sendo ainda que o carro que estava em 1º estava uma volta mais pesado que o carro que estava em 2º, e que fez duas paradas. Fora ainda que Barrichello só foi avisado da mudança de estratégia de Jenson apenas após a parada como foi mostrado ao vivo. Agora, diante disso eu lhe questiono novamente: não seria de bom grado sugeri-la a Rubens antes de sua parada, já que a Brawn como eles próprios não cansam de dizer, é um time unido? pois é... já não acho tão unido assim.

O fato de Jenson usar em seu carro dados dos quais Barrichello constata das pistas não é novidade para o mundo da F1, companheiros de equipe sempre fizeram e fazem isso, agora, vai da cabeça de Rubens, e só ele pode achar isso, se está sendo lesado ou não pela dada situação como a de ontem. A Diferença é de 14 pontos, dá pra tirar? sim claro, Barrichello tem 12 corridas pra isso. Mas é preciso Rubens fazer uma avaliação de si para com o time, afinal, qual é a de um piloto reconhecidamente por todos como bom acertador e peça fundamental para o desenvolvimento do carro, fazer uma tática suicida de 3 paradas de box em 1º lugar com uma volta a mais de combustível que o outro carro? simplesmente não há justificativa pra isso...

Não sei também se é hora de entrar em uma guerra de nervos alá Piquet-Mansell 1986/1987 na Williams, quando o duelo pouco se resumia às corridas própriamente ditas, indo até boxes, paddock, fora do autódromo, festas e até mesmo a vida pessoal dos envolvidos. Algo tem que ser feito e uma coisa Barrichello, se for esperto, poderá tirar desse duelo carniçeiro: a parte esportiva, a malícia de Piquet no quesito do desenvolvimento e acerto de carros, pois constante pontuador Rubens já é. No caso de pressão fora da pista não seria o caso, não dá pra imaginá-lo provocando Button (aliás, deviam inventar uma nova palavra para o que Piquet fazia com Mansell nessa época, provocar é fraco demais).
Mas no caso de acertar carros é um grande profissional e está ai um lugar de onde pode tirar proveito. Não precisamos voltar muito no tempo para vermos isso, basta lembrarmos de sua situação na virada desse ano e do porque sua escolha para o time da Brawn e não a de Bruno Senna, que em tese traria mais patrocínios.

Para terminar, vejo em Barrichello a possibilidade de ganhar sim um título mundial pela sua qualidade para com a de Jenson. O que passou, passou. Mas Rubens tem que fazer por onde, depois de ontem já não sei se ele conseguiria ganhar um campeonato no jogo limpo interno na Brawn, um duelo onde toda sua reputação pública (alô, "Barriquelo" e sua estrela + foto do post) está em jogo.


E ai concordam comigo? opinião de vocês é importante, já que é um caso polêmico... Abraço.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Head ache:opiniões do asno [1]

Uma coluna opinativa pessoal, há tempos venho querendo fazer uma, hoje encontrei um tempo livre mas a tendência é, por hora, essas colunas serem divulgadas bem de vez enquando, já que ando MUITO atarefado últimamente. Lá vai:

Enfim, vamos chegando já ao 1º terço de mundial, apenas mais 2 corridas para isso. Um ano que cada vez mais vai se desenhando como uma temporada magnífica, na qual tenho sérias dúvidas se a Brawn vai continuar com essa suberânia, principalmente apartir do GP da Inglaterra quando quem tem dinheiro e "know-how"(traduzindo: Ferrari, McLaren, Renault[Se o que dizem de Alonso sobre a Ferrari for mentira, porque senão não sei o espanhol vai ter empenho para tirar o time do buraco] e BMW[vai...]) já certamente trará para a pista suas soluções aero-dinâmicas testadas e desenvolvidas a longo e médio prazo. Difusores e (ou) então algo que poderá estar sendo feito específicamente no projeto de cada equipe.

É ai o X da questão para o desenrolar do ano, não sei se Ross mesmo com toda sua capacidade de desenvolver carros e tirar coelhos da cartola, vai ter fôlego ($$$) para manter esse que já é um grande começo, digno de seus melhores anos na Ferrari. Basta lembrar que em 2002, quando Ross ainda era da Ferrari, de 4 corridas Schumacher havia vencido 3, assim como Button nesse ano e sendo que em uma delas, o GP de San Marino, com dobradinha, assim como nessa temporada na Austrália. Não, não espero que o time ganhe 15 corridas esse ano como em 2002, isso foi apenas uma referênciaao grande trabalho que Ross faz e fez na F1. Como eu disse pode ser que apartir do GP da Inglaterra possamos ter concretamente uma verdade estabelecida, da qual é muito provável que a Brawn não seja mais a comandante.

Podemos ter uma verdade até bem distante daquilo que é e sempre foi a F1, já que as equipes ditas médias, segundo "a velha ordem", estão em cima e as ditas grandes, também na "velha ordem" apenas uma camada abaixo. Podemos ter pela 1ª vez uma salada de frutas metafórfica na liderança das corridas, de acordo com o carro algumas vezes, dependendo da pista que favoreça projeto "A" ou projeto "B", mas principalmente de acordo com o braço dos pilotos, que agora dão a impressão que serão valorizados como poucas vezes foram na história. Veja bem, com a subida de McLaren, Ferrari e Renault, juntando-se a Brawn, Red Bull e Toyota podemos ter 6 equipes em condição de vitória o que pode significar um campeonato com grandes alternativas em sua metade, lembro, claro, 1982 quando tivemos um campeonato com 10 vencedores diferentes. Muito erros podem caracterizar o mundial, já que para ganhar os pilotos cada vez mais terão que andar no limite, desse modo ficando mais vulneráveis a possíveis erros e até a um maior desgaste do equipamento.

Olhando isso, a regra da proibição do reabastecimento para o ano que vem já não me parece um negócio tão ruim. É claro, eu ainda acho que a F1 perde uma grande variável e até um pouquinho da beleza com essa implementação. Como não se recordar do GP da Hungria de 1998 e da França 2004(apenas citando aquelas que entraram para a história, das varias que ocorreram) quando com respectivamente uma e duas paradas a mais que os concorrêntes Schumacher ganhou de forma épica as corridas. O que poderia voltar com essa regra seria, o treino de classificação de 1h no sábado para definir o pole, já que todos poderão treinar com o tanque vazio, assim inválidando completamente o sistema em vigor, no qual os 10 primeiros tem que largar com mesma quantidade de gasolina do fim do treino e desse modo dando o merecido crédito de pole a quem conseguir o melhor tempo do treino.

O que não pode de jeito algum acontecer é a implementação do sistema das medalhas de Ecclestone e Mosley. Uma grande burrada que pode acabar com a F1. Eu não sei se já houve alguma categoria na qual para se decidir o campeão usaram esse sistema (se alguém souber diga), mas seria interessante testar o sistema antes na GP2 ou em qualquer outra categoria antes de usar naquela que é a principal categoria do automobilismo mundial, assim poderiam prever futuros (para não dizer anúnciados) desastres. Ainda me parece uma presepada daquelas, e como muito provavelmente Mr. Bernie "fucking" Ecclestone não lê meu blog e além do que já provou que é um velho ranzinza, mal caráter, que só vê dinheiro na frente e além de tudo ainda dá sinais de que está gágá, resta saber que argumento a FOTA usará dessa vez para impedir a implementação desse incosto na F1. Se bem que ainda tem muita água para correr e longos meses até
2010...