Para acabar o quadro olho na hora! 23:58:
2 Minutes to Midnight lançada em 1984 como 2ª faixa daquele que é pra mim o melhor disco do Iron Maiden o Powerslave. Essa junto com The Number of the Beast foram as prmeiras músicas que ouvi do Maiden, que me fizeram apaixonar-me pela banda em questão. A música contém um dos melhores riffs de introdução da banda e um refrão cujos vocais são extrememente bem trabalhados, mas ainda na minha opnião perdendo para Aces High, claro. Música que também é um dos porques do qual Adrian Smith é meu guitarrista favorito do Maiden, o detalhe vai para a segunda parte do solo antes da parte instrumental, talvez o melhor no quesito feeling contra-balanceado com a velocidade de Murray.
Acabou sobrando uma das quais queria botar, mas como regras são feitas para serem quebradas e sou eu que mando aqui teremos uma "Bonus Track":
Sign of the Cross lançada em 1995 no disco The X Factor que contava com Blaze Bayley nos vocais do Maiden, porém ai é cantadan por Bruce Dickinson no último show de sua turnê de volta ao Iron Maiden no Rock in Rio de 2001. Na minha opinião o melhor instrumental de toda a história do Maiden. Desde o 2º refrão até a volta ao 3º a música é algo inexplicavel de tão Gênial, salve salve Steve Harris!!
Mas enfim, Blaze Bayley é um assunto delicado, não era ruim cantando músicas como essa ao vivo e sim cantando músicas de Bruce Dickinson das quais observando as gravações chega a dar vergonha alheia. Não por culpa dele, Steve Harris não devia estar muito bem da cabeça com a morte do pai nessa época, acabou escolhendo um vocalista que não tinha nada a ver com o estilo da banda. De qualquer forma Sign of the Cross é um sonzasso, longo, mas pra quem gosta de música esse é o menor dos problemas (que problema?!) no som, que se mantém tenso desde seu começo, com um trechinho de música sacra para então começar a música. Vale dizer que Sign of the Cross foi inspirada no filme "O nome da Rosa"(vale a dica do belo filme também!) estrelado por Sean Connery em 1986. Basta ver o filme para ver que Steve conseguiu transformar todo aquele clima de tensão e falta de vida em música, e das mais belas.
Pois bem pessoal, chegamos ao fim, espero que tenham gostado (eu A-DO-REI!) de viajar pela história do Iron Maiden comigo nessas 11 músicas, que como diz no título dos posts podem fazer de alguém que nunca ouviu metal e principalmente Iron Maiden começar a curtir o estilo, ou ao menos respeitar e para de falar que metal é só gritaria.
Enfim espero ter ajudado e divertido a todos!! Abraço!
Formula 1 Countdown
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segunda-feira, 16 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
Para gostar de Iron Maiden (Volume 9)
Mais um:
The Number of The Beast lançada em 1982 como 5ª faixa de seu disco título. Tive muitas dúvidas se colocaria essa música na coletânia, uma música um tanto quanto polêmica em sua ideologia como todos aqui já devem saber. Sou totalmente contra satânismo e ocultismo, acredito em Deus, aqui o assunto é música. Assim estou aqui única e exclusivamente como um apaixonado por Heavy Metal e riffs de guitarra, assim sendo, resolvi bota-la na nossa coletânia já que músicalmente é colírio para os ouvidos (se é que o uso dessa figura é viável...). Um dos motivos é que me fizeram colocar a música aqui foi que essa foi a primeira música do Iron Maiden que eu ouvi quando tinha, salvo engano, 12 anos de idade enquanto jogava Tony Hawk 4 (bons tempos!!). Cheguei a ficar tão deslumbrado com o som que algumas vezes só botava o jogo para ouvir a música, numa época que eu não tinha como baixar músicas na internet.
Excelênte som, destaque para o riff inícial, que juntamente a Caught Somewhere in Time o melhor do Maiden para mim, e também para a parte instrumental no meio da música, uma das melhores que já tive o prazer de escutar nestes tempos ouvindo e acompanhando o Heavy Metal com todo o prazer. Obra de arte!
Amanhã, como o que é bom dura pouco, fim da saga...
The Number of The Beast lançada em 1982 como 5ª faixa de seu disco título. Tive muitas dúvidas se colocaria essa música na coletânia, uma música um tanto quanto polêmica em sua ideologia como todos aqui já devem saber. Sou totalmente contra satânismo e ocultismo, acredito em Deus, aqui o assunto é música. Assim estou aqui única e exclusivamente como um apaixonado por Heavy Metal e riffs de guitarra, assim sendo, resolvi bota-la na nossa coletânia já que músicalmente é colírio para os ouvidos (se é que o uso dessa figura é viável...). Um dos motivos é que me fizeram colocar a música aqui foi que essa foi a primeira música do Iron Maiden que eu ouvi quando tinha, salvo engano, 12 anos de idade enquanto jogava Tony Hawk 4 (bons tempos!!). Cheguei a ficar tão deslumbrado com o som que algumas vezes só botava o jogo para ouvir a música, numa época que eu não tinha como baixar músicas na internet.
Excelênte som, destaque para o riff inícial, que juntamente a Caught Somewhere in Time o melhor do Maiden para mim, e também para a parte instrumental no meio da música, uma das melhores que já tive o prazer de escutar nestes tempos ouvindo e acompanhando o Heavy Metal com todo o prazer. Obra de arte!
Amanhã, como o que é bom dura pouco, fim da saga...
sexta-feira, 13 de março de 2009
Para gostar de Iron Maiden (Volume 7 / 8)
Mais duas para vocês! aproveitem:
Be Quick or Be Dead, 1ª faixa do disco Fear of the Dark lançado em meados de 1992. Justifico o nome do meu blog com essa música que apresenta todas as características de um excêlente Thrash Meteal, com vocais rasgados, riffs rápidos, refrões melódicos e solos supersônicos. Merecia na minha opinião ser mais reconhecida do que é pelos fãs de Maiden, aliás nesse disco para todos parece que só existe Wasting Love e Fear of the Dark, infelizmente o resto desse primoroso disco ficou meio esquecido pela história embora ai Be Quick or Be Dead e From Here to Eternity tenham sido lançadas como hits.
A "outra" (atendendo também a um pedido):
The Trooper lançada no disco Piece of Mind de 1983. Talvez o dessa música seja um dos solos mais fantásticos do Iron Maiden, sua atmosfera é excelênte. E está ai mais um porque dos "porques" que acho Adrian Smith o melhor guitarrista do Maiden. Sua parte é fenomenal e de um feeling primoroso. Quanto a música, seus riffs também estão entre os melhores da história do Maiden destaque para o intelúdio das estrofes no qual hoje em dia as 3 guitarras fazem 3 linhas diferentes, vale a pena conferir. Sensacional! mais duas músicas excênciais para você ouvir...
Be Quick or Be Dead, 1ª faixa do disco Fear of the Dark lançado em meados de 1992. Justifico o nome do meu blog com essa música que apresenta todas as características de um excêlente Thrash Meteal, com vocais rasgados, riffs rápidos, refrões melódicos e solos supersônicos. Merecia na minha opinião ser mais reconhecida do que é pelos fãs de Maiden, aliás nesse disco para todos parece que só existe Wasting Love e Fear of the Dark, infelizmente o resto desse primoroso disco ficou meio esquecido pela história embora ai Be Quick or Be Dead e From Here to Eternity tenham sido lançadas como hits.
A "outra" (atendendo também a um pedido):
The Trooper lançada no disco Piece of Mind de 1983. Talvez o dessa música seja um dos solos mais fantásticos do Iron Maiden, sua atmosfera é excelênte. E está ai mais um porque dos "porques" que acho Adrian Smith o melhor guitarrista do Maiden. Sua parte é fenomenal e de um feeling primoroso. Quanto a música, seus riffs também estão entre os melhores da história do Maiden destaque para o intelúdio das estrofes no qual hoje em dia as 3 guitarras fazem 3 linhas diferentes, vale a pena conferir. Sensacional! mais duas músicas excênciais para você ouvir...
quinta-feira, 12 de março de 2009
Para gostar de Iron Maiden (Volume 5 / 6)
Como tive alguns problemas nessa semana não consegui dar continuidade da série, portanto hoje e amanhã excepcionalmente a série virá com 2 videos:
Dance of Death do disco do qual é faixa título lançado em 2003, porém essa versão é encontrada no disco ao vivo Death on the Road de 2005. Acho Dance of Death o melhor álbum dessa "nova" fase do Maiden com 3 guitarras e nenhuma outra música melhor que essa para ver bem as 3 em ação. Fora ainda a parte instrumental, com um misto de orquestra e Heavy Metal, totalmente diferente daquilo que estavamos acostumados a ver o Iron Maiden fazer por exemplo em seus anos de ouro, não que isso seja um demérito, muito pelo contrário, ai está uma prova de que é possível inovar o estilo com 30 anos de estrada na bagagem, e o melhor fazendo músicas boas como esta acima.
Agora a outra (inclusive atendendo a um pedido):
The Clairvoyant do disco Seventh Son of a Seventh Son lançado em 1988, porém ai esta ao vivo em 1992 em Donington Park. Uma das melhores músicas da carreira do Maiden, destaque para as frases de guitarras que são demais. enfim não há nada para dizer o som está ai, ouça-o!
Dance of Death do disco do qual é faixa título lançado em 2003, porém essa versão é encontrada no disco ao vivo Death on the Road de 2005. Acho Dance of Death o melhor álbum dessa "nova" fase do Maiden com 3 guitarras e nenhuma outra música melhor que essa para ver bem as 3 em ação. Fora ainda a parte instrumental, com um misto de orquestra e Heavy Metal, totalmente diferente daquilo que estavamos acostumados a ver o Iron Maiden fazer por exemplo em seus anos de ouro, não que isso seja um demérito, muito pelo contrário, ai está uma prova de que é possível inovar o estilo com 30 anos de estrada na bagagem, e o melhor fazendo músicas boas como esta acima.
Agora a outra (inclusive atendendo a um pedido):
The Clairvoyant do disco Seventh Son of a Seventh Son lançado em 1988, porém ai esta ao vivo em 1992 em Donington Park. Uma das melhores músicas da carreira do Maiden, destaque para as frases de guitarras que são demais. enfim não há nada para dizer o som está ai, ouça-o!
segunda-feira, 9 de março de 2009
Para gostar de Iron Maiden (Volume4)
Mais uma para vocês:
Aces High lançada em 1984 pertencendo ao disco Powerslave (veja a capa no cabeçalho). Talvez das maiores porradas do Iron Maiden, 100% Heavy, uma porrada digna de Powerslave que na minha opinião é o melhor CD dos ingleses. No início do som temos um discurso de Winston Churchill, o homem que comandou os ataques aerios a França no fim da 2ª guerra mundial. Tudo faz jûs a música que trata de combates aerios em sua letra. Detalhe da música vai para os vocais e principalmente o backing vocal do refrão... insano...
Enfim essa é uma música indispensável a essa mini coletânia, ouça-a e saiba porque!
Aces High lançada em 1984 pertencendo ao disco Powerslave (veja a capa no cabeçalho). Talvez das maiores porradas do Iron Maiden, 100% Heavy, uma porrada digna de Powerslave que na minha opinião é o melhor CD dos ingleses. No início do som temos um discurso de Winston Churchill, o homem que comandou os ataques aerios a França no fim da 2ª guerra mundial. Tudo faz jûs a música que trata de combates aerios em sua letra. Detalhe da música vai para os vocais e principalmente o backing vocal do refrão... insano...
Enfim essa é uma música indispensável a essa mini coletânia, ouça-a e saiba porque!
domingo, 8 de março de 2009
Para gostar de Iron Maiden (Volume3)
Antes de acabar o dia outro som do Maiden:
Wasted Years do disco Somewhere in Time (aconselhado aqui ao lado>>>) lançado em 1986. Ontem havia dito que acho Adrian Smith o melhor dos guitarristas do Maiden, um dos motivos pelo qual acho isso é sua participação nesse disco, compondo sozinho 3 músicas das 8. E diga-se de passagem senhoras composições como esta que está ai acima. Outro destaque é o clipe, o que mais gosto do Iron Maiden. Apartir desse disco as composições da banda ficam um pouco mais robustas graças aos sintetizadores, teclados e reverbs no som. Para tirar a prova basta ouvir Run to the Hills e depois essa, constata-se o "clima" é bem diferente.
Vá lá... ouça... garanto que vale a pena!
Wasted Years do disco Somewhere in Time (aconselhado aqui ao lado>>>) lançado em 1986. Ontem havia dito que acho Adrian Smith o melhor dos guitarristas do Maiden, um dos motivos pelo qual acho isso é sua participação nesse disco, compondo sozinho 3 músicas das 8. E diga-se de passagem senhoras composições como esta que está ai acima. Outro destaque é o clipe, o que mais gosto do Iron Maiden. Apartir desse disco as composições da banda ficam um pouco mais robustas graças aos sintetizadores, teclados e reverbs no som. Para tirar a prova basta ouvir Run to the Hills e depois essa, constata-se o "clima" é bem diferente.
Vá lá... ouça... garanto que vale a pena!
sábado, 7 de março de 2009
Para gostar de Iron Maiden (Volume2)
Continuando a série, a minha favorita dos primórdios:
Murders in the Rue Morgue lançada em 1981 no disco Killers que ainda não contava com Bruce Dickinson (que ai está cantando) na formação. O vocalista na época era Paul Di'Anno, que foi desligado da banda um ano depois graças a seus inúmeros porres. Mas a grande aquisição desse álbum em particular é a da guitarra de Adrian Smith (no video de colete e usando uma Fender Stratocaster Sunburst), que era um antigo amigo de Dave Murray dos tempos de adolescência, sendo assim Dave aconselhou Steve a ouvi-lo. Dito e feito, Adrian substítui assim Dennis Straton, o antigo guitarrista, cujo motivo da saida acabara sendo uma briga com o próprio Murray. Cá entre nós, opinião minha, Smith é o guitarrista mais completo do trio ai presente no video.
Essa música ai é tocada ao vivo pelo grupo em 2005 na Suécia durante a turnê (ah... se tivesse passado pelo Brasil...) Early Days, precursora na ideologia da turnê atual, Somewhere Back in Time. Os set lists apenas continham músicas dos 4 primeiros discos, e a novidade da turnê está nas três guitarras, já que as músicas originalmente foram gravadas com duas. Turnê divulgadora desse DVD ai:

Murders é minha favorita da era Paul Di'Anno no Iron Maiden, pois além do riff legal temos um grande prestígio a linha de baixo, que por sinal destaco para você prestar bastante atenção, pois é belissíma. Aproveite!!!
P.S.: A intro é a música The Ides of March que abre o disco em questão.
Murders in the Rue Morgue lançada em 1981 no disco Killers que ainda não contava com Bruce Dickinson (que ai está cantando) na formação. O vocalista na época era Paul Di'Anno, que foi desligado da banda um ano depois graças a seus inúmeros porres. Mas a grande aquisição desse álbum em particular é a da guitarra de Adrian Smith (no video de colete e usando uma Fender Stratocaster Sunburst), que era um antigo amigo de Dave Murray dos tempos de adolescência, sendo assim Dave aconselhou Steve a ouvi-lo. Dito e feito, Adrian substítui assim Dennis Straton, o antigo guitarrista, cujo motivo da saida acabara sendo uma briga com o próprio Murray. Cá entre nós, opinião minha, Smith é o guitarrista mais completo do trio ai presente no video.
Essa música ai é tocada ao vivo pelo grupo em 2005 na Suécia durante a turnê (ah... se tivesse passado pelo Brasil...) Early Days, precursora na ideologia da turnê atual, Somewhere Back in Time. Os set lists apenas continham músicas dos 4 primeiros discos, e a novidade da turnê está nas três guitarras, já que as músicas originalmente foram gravadas com duas. Turnê divulgadora desse DVD ai:
Murders é minha favorita da era Paul Di'Anno no Iron Maiden, pois além do riff legal temos um grande prestígio a linha de baixo, que por sinal destaco para você prestar bastante atenção, pois é belissíma. Aproveite!!!
P.S.: A intro é a música The Ides of March que abre o disco em questão.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Para gostar de Iron Maiden (Volume1)
Bem pessoal lembram que eu tinha falado que breve teriamos um quadro parecido com o do carnaval aqui?! pois bem a coqueluxe músical voltou, porém agora com uma banda tema: ó Iron Maiden! isso ai pessoal os ingleses que viram para São Paulo no próximo domingo (depois desse agora). Até lá contei 10 dias então hoje começo uma coletânia aqui no blog.
Convido a todos que acompanham aqui o blog, e principalmente os que não ouvem metal, a curtirem esse novo quadro, não custa nada 5 minutos por dia não fazem falta. Prometo que vou caprichar!
Ai está a 1ª:
Run to The Hills lançada originalmente no disco The Number of the Beast de 1982, por sinal o primeiro com Bruce Dickinson como vocalista do grupo. Um som que não pode faltar em qualquer coletânia do Iron Maiden, seu ritmo contagiante, as cavalgadas no baixo e o solo de Dave Murray fazem a música um dos grandes marcos na carreira do Iron Maiden. Seu refrão é o que mais gosto do Maiden, se existe uma música que não pode faltar em um churrasco de minha autoria é essa! hehehehe
Aumentem seus volumes e sejam felizes!
Convido a todos que acompanham aqui o blog, e principalmente os que não ouvem metal, a curtirem esse novo quadro, não custa nada 5 minutos por dia não fazem falta. Prometo que vou caprichar!
Ai está a 1ª:
Run to The Hills lançada originalmente no disco The Number of the Beast de 1982, por sinal o primeiro com Bruce Dickinson como vocalista do grupo. Um som que não pode faltar em qualquer coletânia do Iron Maiden, seu ritmo contagiante, as cavalgadas no baixo e o solo de Dave Murray fazem a música um dos grandes marcos na carreira do Iron Maiden. Seu refrão é o que mais gosto do Maiden, se existe uma música que não pode faltar em um churrasco de minha autoria é essa! hehehehe
Aumentem seus volumes e sejam felizes!
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