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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Para gostar de Rush (Vol.10)


In The End última faixa do disco Fly By Night de 1975. Faltava um exemplo da época "Hard" do Rush e poderia ter escolhido umas 5 ou 6 músicas mais conhecidas que essa. Por quê escolhi essa então? Por não querer ser óbvio e pra quem nunca ouviu esse som tomar contato, já que é na minha opinião a melhor música desse disco. Confesso que não vejo tanto valor nos primeiros discos do Rush como vejo do 2112 pra frente, mas é algo bem pessoal. Se você curte um Rock n Roll dos anos 70 certamente vai gostar.

E esse foi o fim da coletânia do blog clique aqui para ver todas as 9 músicas antes selecionadas por mim.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Para gostar de Rush (Vol.9)


Do disco Test for Echo, digamos o mais "alternativo" da carreira do trio canadense vem esse som. Virtuality, 8ª. Boa música, na verdade, uma música que segue muito bem a linha do Rush dos anos 90. Algo não mais tão progressivo (argh!), mas, em contrapartida, muito velho pra ser considerado alternativo, ou grunge, ou seja lá o que for. Contextualizando o momento, foi à essa época que banda deu sua parada de 5 anos graças as mortes da esposa e filha de Neil Peart. Esse foi o último CD gravado antes de tais acontecimentos.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Para gostar de Rush (Vol.8)


The Enemy Within, 4ª do disco Grace Under Pressure de 1984. "O timbre chega a beirar o The Police" diria alguém, o mais puro Reggae n' Roll do trio canadense. Grande exibição de um grande álbum, o qual recomendo a audição, na verdade, recomendaria à quem não conhece a banda, esse, o Moving Pictures e o Permanent Waves, são o que o Rush tem de melhor, e não são extensos, (8, 7 e 6 músicas respectivamente) não cansando o ouvinte.

Ah, claro. @leandrusfla ficaria feliz se eu mandasse um alô pra ele... tava pedindo algo do Grace Under Pressure. Taí, pronto.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Para gostar de Rush (Vol.7)


2112. Dispensa qualquer apresentação. Som fala por si só. A música tem 20 minutos, divida foi em 3 partes. Essa é a 1, a 2 é essa, e a 3 procurem vocês (se não tiverem saco, ouçam só a 1. É a que o Rush tem costume de tocar em shows). Pra polemizar, o Grand Finale é minha parte favorita. Som obrigatório na coletânia do blog... sem mais.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Para gostar de Rush (Vol.6)


Time Stand Still, 2ª faixa do disco Hold Your Fire de 1987. Quem nunca quis parar o tempo em algum momento muito feliz da vida? Eu já... várias vezes. Diria que é meio inexplicável a magia desse som, é suave sem deixar de ser impactante e tem uma aura límpida como um dia de céu azul sem nuvens. Não é exagero, passa um sentimento de liberdade interessante, por mais complexo que seja o delírio que eu esteja a descrever. Tão complexo quanto as emoções humanas.

A única ressalva faço ao video clipe, meio ridículo. Mas a música é demais.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Para gostar de Rush (Vol.5)


Witch Hunt, do disco Moving Pictures de 1981. Disco tido como melhor do Rush e executado por completo na turnê atual, Time Machine. Decidi não ser óbvio na minha escolha de uma faixa desse CD. Digo a vocês, nesse álbum há Tom Sawyer, YYZ e Limelight, dentre as conhecidas e aclamadas (com razão, diga-se) pela massa.

Mas são poucas coisas que me tocam nessa vida da forma como faz o arranjo dessa música, que embora simples dissecado tecnicamente, carrega uma infinidade de sentimentos. Um som de teclado que chega a beirar o angelical em contraponto com um clima denso de uma caça à “bruxas” na idade média. Experimente!

domingo, 10 de outubro de 2010

Para gostar de Rush (Vol.4)



Natural Science. Sexta e última faixa do disco Permanent Waves de 1980. Confesso que via Rush com maus olhos até ouvir esse som, culpa do rótulo progressivo. De fato, são 9 minutos de música. Mas uma música com temas distintos, interessantes, e sugestivos, me referindo à letra, por fim. Arrisco dizer que em CDs de estúdio essa é a melhor performance do trio na carreira. Obra prima.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Para gostar de Rush (Vol.3)



Armor and Sword, 2ª faixa do disco Snakes and Arrows de 2007. Parodiando o título do álbum, a música traz a velha máxima daquele famoso dito popular "panela velha é que faz comida boa". De fato, mais de 30 anos de carreira não pesaram nas costas dos canadenses, apenas serviram de bagagem para aprimorar cada vez mais o grande trabalho que fazem. Esse disco (dos mais técnicos da carreira do power-trio) é prova viva.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Para gostar de Rush (Vol.2)



The Big Money, primeira faixa do disco Power Windows de 1985. Disco no qual o Rush começa a abusar dos teclados, efeitos e baterias eletrônicas. Era o apogeu da era eletrônica que contava com grupos como A-ha, B52, The Police, Oingo Boingo, etc... Meio nessa onda, o trio canadense acabou aderindo de certa forma à moda, o que acabou deixando (e na verdade, deixa até hoje) alguns fãs dissidentes quanto a essa fase da banda. Bobagem na minha opinião, grande CD, grande som.

domingo, 3 de outubro de 2010

Para gostar de Rush (Vol.1)




Rush, banda clássica, porém as vezes mal interpretada e subestimada pelo rótulo, errôneo diga-se, de progressiva. Meu argumento é o seguinte: Se Pink Floyd é progressivo não há o que chamar de progressivo no som do Rush, a não ser que você seja um cara chato que gosta de etiquetar bandas. Enfim, primeiro som da coletânia do blog é Subdivisions do disco Signals de 1982. Disco que pode ser considerado divisor de águas dos canadenses quanto ao uso de teclado, que ali deixa de ser apenas mero acessório tornando de fato parte integrante do som da banda. O fim dessa música não me deixa mentir, dos mais belos momentos musicais que conheço.