sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

A máquina N° 1

A McLaren apresentou hoje em Working, sua sede, o novo carro para esse ano. Atendendo as novas regras, pareceu o mais bonito até agora, pelo menos para mim, a pintura, de costume, é belíssima.

Veja ai o novo MP4/24:





Hamilton está feliz com o novo carro e promete não abaixar a guarda mesmo com o N° 1 em mãos "A chegada de um novo carro é sempre um momento emocionante para qualquer piloto e o lançamento do MP4-24 é ainda mais especial para mim, não apenas porque o carro parece absolutamente impressionante, mas também porque carrega o número 1 de campeão" falou Hamilton hoje a imprensa.


Quanto a Kovalainen, o finlândes garante que nesse ano vai relaxar(?!) e aproveitar. "
Acho que pus expectativas demais sobre mim e às vezes fui duro demais comigo nas vezes em que não obtive a pole ou venci a corrida. Quero que a temporada seja mais agradável e relaxante. Esta é uma das metas que eu gostaria de ter neste ano", falou Heikki.


Hamilton será candidato ao título certo, assim como Massa vejo ele mais forte que nunca. Quanto a Kovalainen, acho eu que ele fará um 2009 melhor do que 2008 (também se desse pra piorar...), Kova está mais maduro e sabe agora o que é guiar em uma equipe de ponta na F1, o que são as pressões e qual é o clima. Mesmo assim não vejo que ele possa encher nossos olhos com grandes atuações, vai apenas ser mais regular do que no ano passado.

N° 1 - Lewis Hamilton
N° 2 - Heikki Kovalainen

Efeitos da crise


Bem, eu já tinha ouvido falar há algum tempo dessa notícia e hoje tive a confirmação. A Virgin Megastore em Times Square, em Nova York vai realmente fechar as portas. Essa loja é a maior loja do mundo quando o assunto são CDs, DVDs e afins do meio musical. Maior tanto na quantidade de produtos como também no tamanho.

A Virgin já tinha fechado sua primeira loja nos EUA no ano passado, mais precisamente em Los Angeles, loja que existia desde 1992. Vale resaltar que a Virgin é inglesa e foi fundada em 1971.

Tudo devido a nossa boa e velha crise econômica mundial. Porém um outro motivo que pesou nessa balança foi queda na venda de CDs, claro. A internet é a com certeza a maior inimiga das lojas de CDs hoje em dia. Você pode baixar discografias de suas bandas favoritas sem pagar nada, no conforto de sua casa e em apenas alguns clicks. Eu diria que a crise apenas agravou essa situação que já era ruim, pois em 2007 a loja já havia dito que já estava na pindaíba.

Desde 2007 as lojas da Virgin nos EUA tem só vendido menos e fechado. Fato é que há 2 anos atrás as lojas da empresa eram 11 em território norte-americano, hoje são 5, já sem contar com essa que vai desfalcar a sede apatir de Abril, para quando estão programadas o fim das atividades. Para apenas constar, a loja encerrou totalmente suas atividades no Canadá, um pais importante na América do norte.

Uma grande perda. Me parece que teremos um ano bem complicado nesse quisito financeiro (muitas cabeças vão rolar), de se desapontar realmente pois há um ano atrás tudo parecia bem e só tendia a evoluir, hoje o mundo está passando apertos e apuros.

Mais o que mais sinto sobre tudo isso foi de não ter tido a oportunidade de ter entrado nessa loja, que realmente seria um sonho para mim, pois dizem que tudo que já foi lançado encontrava-se lá. Uma curiosidade que jamais vou sessar, e pra sempre guardar, "eu na maior loja de CDs do mundo!"hehehe. :(
Pelo menos a galeria do rock segue firme e (acredito eu) forte...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Segunda arma apresentada

A Toyota lançou hoje o seu novo carro para a temporada 2009. Mais uma vez, a equipe mira em seu principal objetivo desde que começou a crescer em 2005, a primeira vitória na F1. Os pilotos são os mesmos do ano passado, o italiano que iniciará seu 12° ano na F1, Jarno Trulli e o alemão ainda novato Timo Glock.


Veja o novo TF109:





A impressão que fica ao ver esse carro da Toyota é de que todos os carros ficarão realmente meio parecidos, graças a "constituição" da FIA. Isso deve igualar até um pouco as coisas, e ainda com os novos motores mais nivelados a temporada e o fututo da F1 pode vir a ser interessante. Só resta saber se teremos mesmo ultrapassagens mais frequêntes, segundo o prometido.


O bico mais alto até que ficou legal, e as pinceladas desse ano também, o que mata estéticamente o carro como a Ferrari é o aerofólio traseiro, com o qual ainda não me acostumei.


Mais uma vez não espero nada da Toyota, apenas fará número no grid (De novo!!!). A Toyota deu pintas de que iria crescer em 2005, quando Trulli liderou o time japonês a 3 pódios e uma pole, até o GP dos EUA quando era 2° no campeonato. Mas desde 2005 a Toyota só perdeu dinheiro na F1 (e bote grana nisso), andou para trás, e ainda segundo as estatísticas ela é que mais gasta na F1, e sequer conseguiu uma vitória até hoje.

A única surpresa que poderemos esperar do time serão as atuações de Glock que desde que sofreu seu acidente no GP da Alemanha do ano passado foi outro piloto, evoluindo gradativamente.

Trulli tem tudo para fazer uma temporada normal de qual sempre esperamos dele, marcar alguns pontos e fazer algumas boas atuações, dentro dos padrões Toyota. Mas de qualquer forma se eu fosse você não apostaria na Toyota... vem ai outra temporada MEDIOCRE/mediana dos japonêses como as dos últimos anos.
A dupla de pilotos, Trulli e Glock: podem vir a conseguir pódios esporádicos como no ano passado, nada além disso
N° 9 - Jarno Trulli
N° 10 - Timo Glock

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

The Best of Both Worlds

Vasculhando no Youtube encontrei uma relíquia, 3 momentos durante o GP da Austrália de 1986 nos quais podemos ver a câmera on-board na Lotus de Johnny Dumfries. É um grande barato veja:






A câmera on-board parece uma daquelas câmeras de edifícios, ou nem isso porque hoje elas já são mais modernas, são só aquelas semi-circunferências escuras, com uma câmera minuscula dentro. Trambolho, devia dar até arrasto no carro.

Agoro essa é a de hoje (ontem, tá bom, são 2:00 AM) no carro de Massa, ou melhor, no capacete do brasileiro. Veja:



Certamente o melhor do dois mundos. Numa vemos o esforço de Dumfries com um câmbio manual não-sequêncial, com um volante bem menos "tecnológico" que o de hoje em dia, tal qual o da Ferrari de Massa, que você já sabe, vai ter mais dois botões para essa temporada.

A nível de curiosidade vale dizer que esse foi último GP da Lotus usando a famosa pintura da "John Player Special". Senna quebrou, mas Dumfries conseguiu o 6° lugar na também última corrida de sua vida.

De arrepiar as duas, não?

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O primeiro


A Ferrari acabou de apresentar o novo carro em Mugello, o F60. Esse novo modelo quebra a sequência de modelos de nome F2006,F2007... o porque é que esse carro é o 60° carro que a escuderia do "Cavallino Rampanti" construiu para entrar no campeonato de Formula 1.

A primeira vista já vemos que não há aqueles apendices aerodinâmicos da última temporada usados por todos, de se estranhar um pouco agora. A frente até que ficou legal mas o aerofólio ainda não me acostumei. Os pneus slicks também fazem o carro ficar mais bonito.

Massa foi o piloto que andou a primeira vez com o carro hoje de manhã, precisamente as 10:35h horário da Itália (7:35h horário de Brasília). Massa nas declarações se diz mais forte e motivado do que no ano passado e diz que estranhou o tamanho do carro de início, achou pequeno. "Estou um pouco surpreso porque eu esperava um carro grande, como era há dez anos. Mas o carro é muito, muito pequeno, muito compacto, principalmente atrás. Ele parece muito bonito, muito bom e espero que seja tão rápido quanto parece." Disse Felipe ao site da Ferrari. Se para o Massa já está sendo dificil, imagine se a base do projeto for essa, o que será para Kubica, hehehe.

Veja abaixo o novo volante da Ferrari e os botões do Kers no detalhe, o de cima ativa e o de baixo controla a força do sistema.
De se estranhar também é o escapamento. Sem a leta na frente da roda ele fica bem a mostra. Saberemos se é um bom carro ou não apartir do 19 de janeiro no Algarve (Portugal), onde começam os treinos coletivos, e ai veremos como ele será perante a concorrência. Quinta-Feira é a vez da Toyota.
N° 3 Kimi Raikkonen*
N° 4 Felipe Massa*
* botei pela manhã a númeracão que estava no site de F1, porém a Ferrari declarou que usará outra. Será que botaram lá por achismo?
N° 3 Felipe Massa
N° 4 Kimi Raikkonen

domingo, 11 de janeiro de 2009

Ah se fosse no Alonso...


O novo carro da Renault, o R29, foi reprovado no crash-test de ontem. Diz a fábrica francesa que seus testes correram bem, porém não seguiram os mesmos protocólos dos oficiais. Seja o que for isso tem conserto rápido, nada que atrapalhe a agenda do time, que ainda vai lançar seu carro no dia 19/01, só não sei se barato.

Como curiosidade, acabei de saber no blog Continental Circus, que o carro 2005 da Renault, o R25, também foi reprovado no crash-test. Para quem não se lembra esse foi o carro com que Alonso foi campeão pela primeira vez, além de também ter sido campeão de construtores no mesmo ano e de ter ganho simplesmente as 4 primeiras corridas do ano, consagrando-se segundo Galvão Bueno na época como a Ferrari pintada de azul.

Se a Renault gosta de coincidências está ai uma grande motivação... se for supersticiosa nem se fale...















O R25

sábado, 10 de janeiro de 2009

Seventh Son of a Seventh Son (Iron Maiden)

Navegar por novas águas, sem se preocupar com o passado e apostando as fichas no futuro, podemos traduzir a sonoridade desse disco lançado em 1988 com essa frase. O Iron Maiden estava ali como no disco anterior. Harris e a trupe clássica do grupo apostavam na nova vertente da banda vista no grande Somewhere In Time, usar teclados e sintetizadores nas músicas para criar climas frios mas ao mesmo tempo envolventes.

Dessa vez o requinte do álbum fica por conta da inspiração para as letras, a profecia do sétimo filho. Embora o grupo diga até hoje que não escreveu o material propositadamente interligado(inicialmente), todas as músicas contam a história de vida do sétimo filho do sétimo filho, que viria a terra, segundo a profecia, com poderes sobrenaturais com os quais poderia fazer grandes coisas. Sendo assim o Deus e o demônio (bem e mal) disputam a criança para ser uma espécie de soldado na terra. Segue o poema que indroduz e fecha o álbum:

"Seven deadly sins
Seven ways to win
Seven holy paths to hell
And your trip begins

Seven downward slopes
Seven bloodied hopes
Seven are your burning fires
Seven your desires"

Disputa que já notamos na primeira música, Moonchild. Na qual diz-se que 7 demônios e 7 anjos disputam sua alma ainda indefesa e recém-concebida. Musicalmente a música é um colírio para os ouvidos, desde a introdução acústica, passando pelos teclados glaciais de certa forma e chegando nas guitarras rasgadas que colaboram para a mensagem de tensão, temática da faixa que começa muito bem o disco. Ainda sem contar a voz desesperada de Bruce Dickinson, encorporando de certa forma o momento.

Depois temos Infinite Dreams uma das mais belas do álbum. Explorando sons melódicos com algumas pitadas medievais de início, mas distorcendo as guitarras em riffs poderosos no meio do som, para depois voltar ao primeiro tema. Na minha opinião a música de maior criatividade no CD. (Fica aqui meu apelo para que eles toquem essa música na nova turnê, se você não ouviu-a ainda não perca tempo!... e junte-se a mim!)

Depois o primeiro hit, Can I Play With Madness. Música na qual a harmonia vocal tem grande presença, mas o instrumental não faz feio com os riffs e solos criados por Adrian Smith, que por sinal estava em seu último disco no Iron Maiden antes de sair (para voltar só em 1999). O quarto som é The Evil That Men Do. Opinião minha, a menos inspirada do disco. Mesmo sendo hit não há o que destacar na música, também é bela porém não acresenta muita coisa ao álbum.

Após temos a faixa título, Seventh Son of a Seventh Son. A mais bela introdução do álbum, seguida de uma letra aparentemente longa. Talvez essa seja o música mais obscura do disco (chegando a até lembrar trilhas sonoras de filmes de terror). A parte instrumental ajuda a manter o clima tenso e frio do CD, que em sua capa registra isso.

Depois tem The Profecy, que além de ser inspiradíssima musicalmente (destacando o belo final nos violões), conta em sua letra o momento em que o sétimo filho se deu conta de que não era normal e começou a sofrer pressões de todos, assim infeliz chama seu dom de maldição.

A grande The Clairvoyant é a 7° música. As guitarras de Dave Murray e Adrian Smith são atrações a parte. Posso dizer com toda a certeza que essa música está entre os momentos mais belos da guitarra em todos os tempos. Sem nenhum exibicionismo de nenhuma parte os dois contribuem de forma excelênte para a música. Destaco também a linha de baixo que é uma das melhores do Maiden.

Por fim temos Only the Good Die Young, som no qual o sétimo filho resolve se matar para seu bem e o de todos que o rodiavam, mesmo sabendo que se cometesse suicídio iria para o purgatório. Porém ele havia escolhido o lado do bem e estaria disposto a morrer por essa causa para o demônio não o usar na terra, como bem diz o refrão: "Only the Good Die Young, all the evil seems to live forever"( apenas o bom morre jovem e todo mal parece viver para sempre). A única coisa que pode se destacar músicalmente desse som são os solos de guitarra, certamente os melhores do álbum. O disco acaba com a introdução de Moonchild, porém sem a parte falando que sua viajem começa pois, é claro, chegamos ao fim do CD.

Podemos dividir o Iron Maiden em duas fases antes da saida de Bruce Dickinson em 1993, uma anterior e pós o disco ao vivo "Live After Death". 7th son pode ser dito sem dúvidas como o melhor CD da fase pós, constata-se isso ouvindo os outros discos. São ruins? CLARO QUE NÃO!!!, porém não têm o mesmo sentimento, energia e clima desse, pois nessas 8 faixas esse CD diz tudo o que o Iron Maiden foi em seus anos dourados com Steve Harris, Bruce Dickinson, Adrian Smith, Dave Murray e Nicko McBrain... majestoso!

Set List:
1. Moonchild
2. Infinite Dreams
3. Can I Play With Madness
4. The Evil That Men Do
5. Seventh Son of a Sevnth Son
6. The Profecy
7. The Clairvoyant
8. Only the Good Die Young

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Um lugar menos


A STR confirmou hoje o suiço Sebastian Buemi como piloto títular para esse ano na F1, piloto fez parte do programa da Red Bull de novos talentos e hoje foi efetivado na equipe B da marca dos energéticos.

Novidade? não(pelo menos pra mim)... depois dos testes de dezembro realmente a pouca dúvida que eu tinha sobre com quem ficaria a vaga de Vettel na STR foi sanada com os bons tempos do suiço, que parece ser um piloto rápido. Pode sim surpreeder nessa temporada, resta saber se terá equipamento para isso, mas me parece uma boa promessa.

Com isso falta mais uma vaga na STR, que será disputada por Bourdais, Sato, Barrichello, Senna... enfim muita gente de olho ai, já que não sabemos se comprarão a nossa honrosa Honda.

Meu palpite é Sato, porém meu desejo é Bourdais, já que teve muito azar em 2008 e na minha opinião ainda pode dar alguns frutos na F1. Mas se o que Berger falou quando deixou o "barco" é verdade, de que a Toro Rosso estivesse precisando de grana e a Red Bull estivesse pouco se lixando com ela e suas contas poderiamos crer que o que pagará mais levará o cargo.

O 2° só tempo vai dizer... e com certeza vai demorar...

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

A lista da felicidade(?)


Tá bom, não é mais novidade pra ninguém, mas tinha que botar aqui a lista de lançamento dos carros novos da F1.

Veja ai:
Ferrari: 12/01
McLaren: 16/01
BMW: 20/01
Renault: 19/01
Toyota: 15/01
STR: Março
RBR: 9/02
Williams: 19/01
Force India: sem data ainda

Vale resaltar o que acabei de saber agora, a Ferrari fará um lançamento de carro diferente, não terá festa, não terá entrevista coletiva, nem mulheres bonitas, nem decorações e tudo com o que estamos acostumados tradicionalmente nesse começo de ano. A Scuderia vai lançar o carro pela Internet! Ela pode não estar com os cofres tão vazios como outras equipes, mas sentiu o baque da crise. Realmente uma boa idéia... para triblar esse momento complicado.

É um momento de muita ansiedade para todos nós, pois veremos no que a F1 se tranformou depois de todas as mudanças de regulamento. Desde 1998 não viamos mudanças tão radicais, não resta mais o que falar, agora é só aguardar...

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Falas e análises

Abri hoje minha internet e me deparei com a seguinte frase de Timo Glock: "O GP do Brasil foi mei pior momento".

Com certeza, concordo plenamente com o alemão. Na certa ele deve ter sofrido muitas pressões de jornalistas e também ter sido vítima de muito achismo da parte não só da imprensa como das pessoas que se negam a olhar a verdade.


De qualquer jeito Glock vai se acostumar, porque vai responder pra sempre a essas perguntas, já que ele foi um dos protagonistas da decisão mais apertada e fantástica de título em toda a história da F1.


E pensando bem foi até melhor Hamilton ter ganho o título. Por que, já pensou se o Massa é campeão? seria por uma vitória... Agora pare para pensar, a que vitória seria atribuida o título de Massa pelos "historiadores" da F1? O GP da Bélgica. Independêntemente de a punição para Hamilton ter sido justa ou não o inglês ganhou mas não levou, e isso é bem polêmico. Massa teria a etiqueta de "campeão por acidente" ou "campeão pelo tapetão", já que no GP do Japão aconteceram coisas semelhantes.


Olhando para isso vejo que para Massa foi melhor adiar esse título(que certamente virá), para evitar essas taxações. Melhor assim.

sábado, 3 de janeiro de 2009

The Long Way to the Top: Van Halen

Novo quadro, enfim já estava na hora de um falando de música aqui. Mostrarei aqui como foi o começo das bandas, e como chegaram ao sucesso. Van Halen estreiará o quadro.
Os irmãos Eddie e Alex nasceram nasceram na Holanda, o que já se vê em seus sobrenomes, já que "Van" é um sobrenome bem popular nos paises baixos. Filhos de Jan e Eugenia Van Halen, Alex foi o primeiro a nascer no ano de 1953, e seu irmão Eddie dois anos mais tarde, em 1955. Jan era músico e tocava clarinete, assim sendo encorajou os filhos desde cedo a tocar instrumentos musicais, o primeiro deles foi o piano que os dois ainda na Holanda aprenderam.

Com a mudança para os EUA em 1962, veio também a mudança de instrumentos, Alex começou a se interessar pela guitarra, e nesse onda de novos instrumentos Eddie resolveu tentar a bateria. Não, eu não escrevi errado, Alex começou guitarra e Eddie bateria. Com o tempo Alex foi se afeçoando mais pela bateria de Eddie, que por sua vez vendo que o progresso do irmão era grande resolveu tentar a guitarra. Nessa brincadeira os dois não mais trocaram de novo, assim desse modo Eddie virou guitarrista e Alex batera.


Já com certa aptidão para os instrumentos os irmãos sairam a tocar coveres nas redondesas de onde a família Van Halen se estabeleceu nos EUA, na Califórnia, com Eddie cantando. O "Mammoth" nascia.
Em 1972 os irmãos conhecem David Lee Roth, que cantava numa banda da mesma região chamada The Red Ball Jets. Alex e Eddie o convencem a se juntar a eles, o que ocorre com um pouco de insistência da parte dos irmãos. Pouco tempo depois eles dividem o palco em um show com uma banda chamada Snake, cujo baxista(e vocalista) era Michael Anthony. No dia do show, Michael foi convidado pelos irmãos para tocar com eles. Após o show vendo o bom baixista que era Anthony, os três músicos pedem para que ele toque com eles, o que ele faz.

Depois de algum tempo se consolidando na cena "underground" da Califórnia, a banda começa a fazer músicas próprias. Porém, logo em '74 eles descobrem que havia uma outro grupo com o nome de Mammoth também nos EUA. Assim sendo eles resolvem trocar de nome a banda. O nome escolhido é o nome dos irmãos, nascia o Van Halen (melhor na minha opinião!) .

Depois de continuar tocando em bares, eis que em 1976, quis o destino que eles fossem vistos por Gene Simmons que já estava estourando com Kiss na época. Gene ficou deslumbrado com a banda e mais ainda com a talento de Eddie na guitarra, destacando-se a técnica inventada pelo mesmo, o tapping(técnica na qual o guitarrista toca com as duas mãos).
Simmons pediu para que eles gravassem uma demo para que pudesse ser mostrada para as gravadoras. Com a ajuda de Gene eles gravam, já que seus recussos eram escassos. Porém a demo que continha a primeira versão de Runnin' with the Devil (um clássico inquestionável da banda e faixa 1 do primeiro álbum), não foi bem aceita pelas gravadoras.

Réplica feita pela Fender da guitarra "Frankenstein" de Eddie nos primórdios,tudo de mais barato para não estourar o orçamento da época
Depois da desilusão com a demo, a banda volta a tocar em bares. quando em 1977 são descobertos por um produtor da gravadora Warner no mesmo bar em que foram vistos por Gene Simmons, mas dessa vez são convidados a gravar o seu primeiro álbum, o Van Halen I, um dos grandes clássicos do Rock de todos os tempos (com minha menção honrosa ao lado nos 15 CDs para escutar).

O resto é uma bela história contada até hoje nas belas musicas do grupo "yankee-holândes"...
Banda super aconselhável a ser ouvida pelos que ainda não tiveram a oportunidade de desfruta-la.

Van Halen I autografado pelos gênios que o conceberam


Eruption: música na qual ficou imortalizado o tapping, tocada em 1994

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Falastrão

Encontrei no Youtube agora pouco um video de Nelson Piquet, retirado de um documentário de 2000 chamado, A Era dos Campeões.

Nelson atira em tudo e todos, veja só:


Excelêntes, hahaha... a parte do De Cesaris é demais.

Aproveitando a deixa recomendo o documentário em questão, é realmente muito interessante, basta digitar "A Era dos Campeões" no Youtube, clicar na primeira parte e ver todas.

Se sua Internet for ruim (tipo a minha) baixe no eMule como eu... é mais prático embora esse programa seja meio lerdo.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Carros da História: Williams FW14B


Ficha técnica:
Motor: Renault RS3C/RS4 V10 67°
Fornecedor de Combustível: Elf
Óleo: Elf
Câmbio: Williams, 6 Marchas, Semi-automático
Projetista: Patrick Head, Adrian Newey
Freios: Disco de fibra de carbono, pinças AP
Rodas: OZ 13'/ 11,4' frente e 16,4' atrás
Pneus: Goodyear

Vindo de um ano no qual a equipe inglesa por pouco não era campeã de construtores e pilotos mesmo com um começo de temporada ruim, em 1992 o time resolve manter o mesmo carro de 1991, apenas fazendo algumas alterações em relação aos avanços tecnológicos, como por exemplo a suspensão ativa, os freios anti-blocantes e o controle de tração.

A dupla de pilotos é a mesma de 1991, Nigel Mansell no carro do 5 vermelho e Riccardo Patrese no carro 6. Dessa vez exigia-se de Mansell menos trapalhadas como as que se viu em 1991, para ganhar o campeonato, já que o carro havia sido feito, segundo Alain Prost que dirigiu o sucessor do FW14B o FW15C, especialmente para o leão se moldando a seu jeito de pilotar, um jeito mais agressivo que os demais.

O campeonato depois de 12 anos volta a Africa do Sul no reformado circuito de Kyalami para a abertura do mundial 1992. Podemos resumir esse GP com uma única palavra, passeio, a Williams chegou em 1° e 2° com Mansell e Patrese respectivamente e foi timidamente ameaçada por Senna ao longo da prova. Patrese largava em 4° com as McLarens na frente e ainda assim as ultrapassou na largada e não deu mais chances. No México outra dobradinha avasaladora que se repete no Brasil, sempre com Mansell em 1° e Patrese em 2°. Nesse ponto notamos já que o campeonato toma a face de Nigel Mansell da Williams.

Dominio, palavra que traduz a temporada de 1992
Na Espanha outra vitória do inglês mas dessa vez com Patrese abandonando graças a uma rodada seguida de batida na volta 16, nem a pista molhada de Montmeló ajudou Senna e os outros concorrêntes a chegar em Mansell que tinha tudo sob controle. Em San Marino, advinhe só você, outra dobradinha Mansell a frente com Patrese atrás, mais um massacre.

Mansell vence com sobras o GP de Imola
Mônaco seria outro não fosse, a parada não programada de Nigel na volta 70. Mesmo assim vemos o quanto a Williams era superior a McLaren naquelas últimas voltas, Mansell babava atrás de Senna e o mesmo fechava todas as portas em cima do inglês, certamente se não estivesse em Mônaco Ayrton não só seria ultrapassado como chegaria bem atrás do leão.

Veja ai com a narração de Cléber Machado as 3 últimas voltas do épico GP de Mônaco
No Canadá numa tentativa de reação a McLaren faz a pole com Senna e ganha com Berger, Mansell abandona, mas Patrese é 2°. Na França a prova é marcada pelas ordens de equipe que fazem Patrese seder o 1° lugar para Mansell logo após a interrupção da prova, mas o time faz mais uma dobradinha. Na Inglaterra mais uma vez dobradinha com Mansell em 1° e Patrese em 2°.

Na Alemanha outra mostra de poder, os carros da Williams teriam que fazer uma parada de pit fazem e Mansell ainda vence a prova passando por Schumacher e Senna, Patrese tenta mas roda tentando passar Senna. Mansell garante o campeonato na Hungria depois de chegar em 2° e Patrese na pole abandonar. Na Bélgica a grande tática de Schumacher tira outra dobradinha da Williams, Mansell é 2° e Patrese 3°. Mesmo assim a Williams se sagra campeã de construtores nessa prova.

Na Itália mais uma mostra de poder, porém os dois quebram depois da metade da prova e a 1° vitória de Patrese no ano iria ter que esperar. Em Portugal dominio de Mansell em 1°, mas o assunto da corrida foi a forte batida de Patrese em Berger na volta 43. No Japão finalmente Patrese ganha sua corrida a 10° da Williams em 1992, Mansell abandona. Na Austrália Nigel é tirado da prova por Senna num acidente e Patrese abandona com problemas no motor, deixando assim a vitória da última prova para Berger.

Veja o desempenho do carro ao longo do ano:
Africa do Sul: 16 pts - 16 pts
México: 16 pts - 32 pts
Brasil: 16 pts - 48 pts
Espanha: 10 pts - 58 pts
San Marino: 16 pts - 74 pts
Mônaco: 10 pts - 84 pts
Canadá: 0 - 84 pts
França: 16 pts - 100 pts
Inglaterra: 16 pts - 116 pts
Alemanha: 10 pts - 126 pts
Hungria: 6 pts - 134 pts
Bélgica: 10 pts - 144 pts
Itália: 0 - 144 pts
Portugal: 10 pts - 154 pts
Japão: 10 pts - 164 pts
Austrália: 0 - 164 pts

Mansell acaba o ano como campeão com 108 pontos (recorde na época) e Patrese em 2° com 56 pontos. A Williams é campeã com sobras nos contrutores com 164 pontos.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

OFF: Boas festas!!


Estive meu ausênte nesses últimos tempos... não vou mentir... culpa minha mesmo. hehehe. Aproveitando um pouco a casa vazia, o que foi tão idealizado por mim ao longo do longo ano. Voltarei o mais rápido trazendo coisas novas que pensei nesses últimos tempos para enriquecer esse espaço, como sempre falando das minhas grandes paixões, o bom Rock N' Roll e F1, claro.


Por ora... Feliz Natal pessoal!

sábado, 13 de dezembro de 2008

Poupar é preciso, mas... sem descaracterizar!


A FIA e a FOTA (Formula One Teams Association) anúnciaram as mudanças para a próxima temporada, e a longo prazo para 2010.

Para o ano que vem, além de todas as especificações aero-dinâmicas que já vimos, também teremos o término dos testes durante a temporada, os motores que agora terão que durar 3 finais de semana terão o máximo de 18.000 rotações p/ minuto, reduzindo assim em 1.000 rpm a imposição atual. Também restringiram o uso dos túneis de vento, assim nivelando um pouco as condições entre equipes ricas e menos afortunadas.

FIA e FOTA esperam com isso diminuir em cerca de 30% os gastos dos times, ou seja, até mesmo os grandes tremeram nas bases depois do caso Honda.

Em 2010 definidos por enquanto o fim do reabastecimento, e dos cobertores térmicos nos pneus. Teremos também motores-padrões, já acertado praticamente que será a Cosworth que os fará. Para não entrar em conflito com as montadoras foi autorizada a também produção própria, ou seja, quem não quer usar Cosworth faz o seu, logicamente atendendo as especifições do regulamento. Querem também diminuir as corridas (haha).

Tudo relativo a redução dos gastos eu concordo plenamente, embora achar que acabar com os testes seria sepultar a vaga de piloto de testes, preenchida sempre por pilotos novos, que viriam bem motivados querendo se mostrar para grandes equipes, além também de ser uma vaga para aprendizes, pena, porém GP2 existe pra isso afinal... parte boa é que os treinos de sexta-feira podem enfim ser úteis.

Com relação a 2010 discordo plenamente de tudo se não forem revitálizadas as ultrapassagens nas corridas de F1. De qualquer forma a F1 perde uma variável e tanto com a extinção do reabastecimento.

Quer dizer, por exemplo, que o cara que larga atrás com um carro bom/médio vai ter que andar muito se quiser chegar na frente, assim gastando pneus e equipamento. É preciso dizer que não estamos mais nos anos 80, os carros são muito mais confiáveis do que naquela época, tirando assim a variável de uma corrida com muitas quebras, e agora ainda com a redução da potência, fica mais dificíl ainda.

Quanto aos cobertores térmicos acho que ficará meio perigosa a saída de pit, os pilotos até podem se acostumar, mas a diferença será grande quando o carro que sair do box for brigar com alguém que já está na pista há mais de uma volta por exemplo.

Ainda não entendo pra que esse tipo de mudança, quer dizer que eles não acharam boas as temporadas 2007/2008?! Juro que não entendo esses cartolas...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Perfil - Jos Verstappen (Parte 2)

Em 1999, Jos, desempregado, aceita a proposta da Honda para o desenvolvimento de seu carro. A marca japonêsa visava estrear na F1 como equipe em 2000, Verstappen estava bem no time já que grande parte dele já tinha trabalhado com ele na Tyrrell. Tudo corria bem até que Harvey Postlethwaite, o projetista do carro, morre de ataque cardíaco no meio do ano. A marca japonesa perante a isso toma a decisão de não mais participar do campeonato de 2000, assim sendo apenas fornecendo motores para, Jordan e B.A.R.. Ainda em 1999 ele chegou a testar pela Jordan depois que Damon Hill anúnciou sua retirada.

Verstappen testa a Honda em 1999

Jos por meio da Honda também testa a Jordan e é um dos nomes cotados para substítuir Hill
Para 2000 Jos consegue o posto de piloto títular novamente, ao lado de Pedro De La Rosa compondo a equipe Arrows novamente. O carro não era muito confiável, quase sempre acabava quebrando. No GP do Canadá uma estratégia ousada na hora da chuva rende a ele um 5° lugar e seus primeiros pontos no ano, prova que também ficou marcada pela pintura diferente no capacete de Verstappen, pintura laranja com o brasão da seleção que nada mais era do que um "empurrão" a Holânda que estava disputando a Euro Copa na época. Em Monza mais uma grande estratégia rende a ele outro bom resultado um 4° lugar, depois de uma prova onde chegou a ser 3°. Acaba o ano em 12° no campeonato com apenas 5 pontos.

Capacete comemorativo de Jos no Canadá

Em 2001 ele continua na Arrows , porém agora ao lado do brasileiro Enrique Bernoldi. O ano parecia que seria bom em seu início, porém a equipe desanda já entrando na crise que a faria morrer um ano depois. Talvez sua melhor performance da carreira tenha sido na Malásia onde largou de 17° e na segunda curva já era 5°, posição que ocupou durante boa parte da corrida inclusive com direito a disputa com o bi-campeão Mika Hakkinen, acabou a corrida numa injusta 7° posição. Uma prova depois no Brasil queimou mais uma vez o filme passando por cima de Montoya, enquanto o colômbiano liderava de forma absoluta o GP. Na Austría depois de uma ótima corrida ele consegue um ponto no 6° lugar e no Canadá faz seu melhor grid no ano 13°. Acaba o ano com 1 ponto em 18° no mundial.

Na minha opinião melhor corrida de Jos: GP da Malásia 2001
Em 2002, Jos assina com Peter Sauber para seu piloto de testes para o time suiço, porém um fato no mínimo curioso que já havia ocorrido em 1995 com Nigel Mansell acontece com ele. Os pilotos títulares eram Felipe Massa e Nick Heidfeld, dois pilotos com tamanho de jóquei, assim sendo o carro foi desenhado própriamente a eles, com isso Jos sequer cabe no carro(!!), e assim acaba abrindo mão da vaga na Sauber, e no resto tira um ano sabático.

Em 2003 Jos volta para o status de piloto títular, dessa vez pela equipe Minardi ao lado de Justin Wilson. O ano é dentro dos padrões do nome Minardi. Porém algo fora dos padrões acontece na França, quando o holândes fica na pré-classificação em 1°, 2.6 a frente de Ralph Firman da Jordan. Mas você me pergunta, que classificação é essa?!?! Minardi seguida de Jordan?? pera aí, essas equipes entraram na pista com o treino em seu início e logo em seguida caiu chuva e acabou com as chances do resto do pessoal de marcar bons tempos, no qualifying já foi outra história... A melhor corrida para Jos no ano é o GP do Canadá onde largou de 15°, inclusive a frente de Kimi Raikkonen que era líder do campeonato antes daquela prova, e chegou em 9°, quase pontuando. Acaba seu último ano na F1 zerado.

Jos abandona a F1 depois de um ano relativamente bom
Depois disso foi para a A1-GP na temporada 2005-2006 na equipe da Holânda, Jos chegou inclusive a vencer uma corrida (Africa do Sul), e fez 69 pontos ficando em 7° lugar no campeonato. Na 2006-2007 ele também correu mas só na primeira etapa, substítuindo o compatriota Jeroen Bleekemolen, na primeira corrida, em Zandvoort.

Verstappen na A1-GP em 2005
Nesse ano Jos correu nas provas de endurance da Le Mans, categoria na qual venceu 4 provas nesse ano, 1000Km da Catalunya, 1000Km de Spa, 24 Horas de Le Mans e 1000Km de Nurburgring na categoria LMP2 (Le Mans Prototype 2), resultados que fizeram seu time ser campeão de contrutores nesse ano e "The Boss" ser campeão de pilotos.

Jos se sagrou campeão esse ano na categoria LMP2
Mas atualmente Jos encontra-se em maus lençóis, pois está sendo acusado por sua ex-mulher de perseguição. Nos últimos meses os pneus do carro dela foram furados 3 vezes e Jos, segundo ela, escrevia mensagens em tom ameaçador pelo celular. Nessa segunda-feira ele foi ao tribunal se defender, o veredicto só sai 5 de janeiro e o piloto pode pegar até 8 meses de prisão.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Plágio(s)?

A notícia já está meio velha, mas é algo que tenho de comentar aqui. Joe Satriani está acusando o Coldplay de plágio por seu mais novo sucesso "Viva La Vida", que inclusive está rolando na novela das 8 na Globo, como constatei na Sexta-Feira. A música de Satriani está no disco "Is There Love in Space?", de 2004, e chama-se " If I Could Fly".

Satch, quer no processo ser compensado por danos e receber todo o lucro da música que, inclusive está sendo indicada a 2 Grammys.

O Coldplay se pronunciou hoje em seu site oficial, e disse:"Joe Satriani é um ótimo músico, mas ele não compôs ou influenciou a música 'Viva La Vida'. Nós pedimos respeitosamente que ele aceite nossa afirmação e desejamos o melhor em todos seus trabalhos futuros".

Bem esse só o começo da história, agora os ingleses terão que aguentar outra corneta, a de Alizée (muito prazer!), cantora francesa que também está acussando-os de plágio, música "Je'n Ai Marre" de 2003.

Bem, encontrei 2 vídeos na Internet podem fazer você tirar sua conclusões, lá vai:
Esse é de Satriani:


Esse é o da mocréia:


Andamento bem diferente o dessa música e melodia totalmente nada a ver.
Quanto ao de Satriani Chris Martin e Cia. terão de se explicar e serem bem convincentes, pois a música é igualzinha e até mesmo o tom e a melodia são iguais. Quanto a tal francesa vinda do sub-mundo, não acredito que dê em nada. Também, ainda nem abriu processo, e acredito que se pensar melhor não gastará seu tempo nem seu dinheiro com tal baboseira.

Nesse meio de Psy, Tecno, House...(alguém sabe a diferença?!) as músicas tem andamento igual e é comum algumas ficarem parecidas umas com as outras, não que o Coldplay toque esse estilo, muito pelo contrário, eu gosto do som deles, mas "Viva La Vida" tem uma batida bem forte.

Só acho que Joe cresceu de mais o olho, uma boa indelização estava de bom tamanho. Mas o Coldplay falar que uma música não tem a ver com a outra é demais... Certamente isso dará o que falar, esperemos os próximos capítulos da novela.

O que você acha? Coldplay plágiou Joe na cara dura?

Perfil - Jos Verstappen (Parte 1)


Dados pessoais e da carreira:
Data de Nascimento: 04/03/72
Nacionalidade: Holândes

Primeiro GP: Brasil 1994
Último GP: Japão 2003
Melhor Grid: 6 lugar (x1)
Melhor Resultado: 3 lugar(x2)
GPs: 107
Pontos: 17
Títulos: 0
Equipes que passou: Benetton/Simtek/Arrows/Tyrrell/Stewart/Minardi

Jos "The Boss" Verstappen, como é chamado por seus admiradores, começou a correr de Kart aos 8 anos de idade, para 4 anos depois, em 1984, se sagrar campeão pela primeira de Kart nacional, repetindo o feito em 1986.

Em 1989 Jos mais uma vez se sagra campeão de Kart, dessa vez pelo campeonato intercontinental A e também, no mesmo ano, pela Formula K European Series. Em 1991 fechando sua carreira vitoriosa no Kart se sagra campeão belga.

Em 1992 Verstappen começa sua carreira nos monopóstos, na Formula Opel Lotus holandesa ele conquista o título ao fim do ano e ainda contabiliza bons resultados na Formula Opel Lotus Euroseries.

Em 1993 Jos aceita a boa proposta feita pela equipe Van Amersfoort Racing para correr a Formula 3 alemã nesse ano. Durante esse inverno anterior ao começo da categoria na Europa, Verstappen vai correr na F-Atlantic da Nova Zelândia, sempre com bons resultados. A temporada na F-3 foi um sucesso para Jos, ele além de ter sido campeão, também ganhou o Marlboro Master Series de Formula 3, no circuito de Zandvoort em sua terra natal. Isso faz Verstappen aparecer e despertar o interesse da Benetton.

Em 1994 Jos assina um contrato com o time italo-britânico, para ser piloto de testes, ao lado dos títulares Michael Schumacher e J. J. Lehto, porém na pré-temporada Lehto sofre um forte acidente em Silverstone, no qual fratura a 4° e 5° vértebras de sua coluna, ficando assim de fora dos GPs do Brasil e Pacífico.

Jos é convocado para seu lugar para correr, no Brasil larga em 9° e acaba sua primeira participação na F1 num dos acidentes mais espetaculáres da história da F1, no qual Irvine o colocou para fora da pista, batida que envolveu também Eric Bernard e Martin Brundle que vinham mais a frente.


Na minha opinião essa está entre as 5 batidas mais plásticas de todos os tempos
Em Aida o holândes, tem uma participação pífia rodando sozinho na saída do pit na volta 54. Depois disso Jos volta a ser piloto de testes da Benetton com a volta de Lehto, mas com participações ruins do finlândes, Verstappen é chamado de volta após o GP do Canadá no qual Lehto conseguiu seu único ponto no mundial com desclassificação de Christian Fittipaldi.

Na França ele roda sozinho novamente, na Inglaterra ele acaba sua primeira corrida de F1 na carreira no 8° lugar, mas foi no GP da Alemanha que ele ficou marcado após um histórico incêndio nos pits. Depois desse conturbado início de campeonato Jos consegue seu primeiro pódio na carreira no GP da Hungria. Repete na Belgica depois da desclassificação do companheiro Schummy, GP no qual consegue seu melhor Grid da carreira (6°). A Benetton resolve tirá-lo do carro 6 para as duas últimas provas, mesmo depois de ter conseguido mais 2 pontos em Estoril. Acaba o ano em 10° no mundial com 10 pontos.

O fogo impressionante de Jos na Alemanha
Em 1995 ele continua como piloto de testes da Benetton mas também corre pela Simtek ao lado de Schiattarella nas 5 provas que o time participou antes de sucumbir no grid de Monte Carlo. Jos consegue como melhor resultado um 12° lugar na Espanha que também foi o melhor resultado do time no ano. Na Argentina Jos faz sua melhor corrida do ano largando em 14° e chegando a ser 6° durante a prova. Não marca pontos no ano.

Verstappen tenta a sorte na Simtek em 1995, e acaba no azar
Em 1996 Jos vai fazer sua primeira passagem na Arrows-Footwork, e logo na terceira tapa na Argentina o holândes faz sua melhor apresentação largando de 7° e chegando em 6° marcando seu único ponto no mundial. Outro destaque do mundial desse ano vai para sua forte batida na volta 11 do GP da Bélgica na saída da curva "Stavelot", onde sua barra de direção rompeu-se. Acaba o ano com seu ponto único em 16° no geral.

Se Verstappen tivesse um carro melhor em 1996 faria mais do que fez
Em 1997 Jos acaba indo parar na já muito enfraquecida Tyrrell. O melhor Qualifying de Jos foi no Canadá em 14° lugar. O melhor resultado foi um 8° em Mônaco, prova na qual seu companheiro Salo marcou os únicos pontos do time no ano com o 5° lugar. Jos passa o ano zerado mais uma vez.

Certamente 1997 foi a pior temporada de Jos na F1
Em 1998 Jos vai ser piloto de testes da Stewart. Assumi a posição de piloto títular no carro 19 após o GP do Canadá no lugar de Jan Magnussen, que inclusive marcou seu primeiro ponto na dita corrida, mas vinha mal e Jackie resolveu troca-lo por Jos. O carro piora um pouco dessa corrida para o fim do mundial tirando do holândes a possibilidade de pontuar na temporada. Tem como melhor resultado um 12° na sua estréia na França.

Jos Estréis pela Stewart no GP da França, mas o ano novamente não é bom

Amanhã vem a parte 2!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Adeus Honda


A Honda anunciará nessa madrugada que em 2009 não fará mais parte do circo da F1. Pois é... esses são os horrores de um mundo globalizado, eles não pagam suas contas nos EUA e mais cedo ou mais tarde a conta vem pra mim, pra você e vai passando de mão em mão.

Uma montadora que começou o ano com duas equipes na F1 acabará esse ano de 2008 totalmente fora da categoria, uma ausência completa que não acontecia desde 1983.

É muito triste para a F1 ter apenas 18 carros no grid depois de uma temporada sendo essa como foi. Vendo esse panorâma logo constata-se que Mosley estava mesmo certo quando em meados de 2003/2004 dizia que as montadoras não passam de "arroz de festa" na F1. Quando está tudo bem elas estão lá, quando pinta qualquer zebrinha já vão embora, logicamente, não que isso seja uma zebrinha, mas a Honda práticamente não fez esforço algum em ao menos tentar arranjar algum patrocínio forte para bancar suas contas até que as coisas se estabilizassem, o que evidência que estvam nessa só para aparecer mesmo, como o profeta assanhadinho disse.

Enfim, isso é muito ruim para 4 pilotos no meu ver, Jenson Button, que está desempregado e não fez uma boa temporada em 2008, Rubens Barrichello, que vinha lutando por sua permanência na F1 e agora precisará de um milagre para continuar na categoria, Bruno Senna, que vê ai uma vaga em potêncial se fechando e diria também Takuma Sato, mesmo embora esteja mais para a Toro Rosso, já que o niponico pelo que me consta não tem um patrocínio forte, e se apoiava na Honda para conseguir uma vaga na Toro Rosso já que existiam boatos que a montadora póstuma poderia equipar com seus motores os carros da Toro.

Já falei que isso é ruim para a F1, mas isso também é preocupante para o futuro, já que a Honda deu a deixa e não dúvidaria que mais alguém daqui a pouco tempo não faça a mesma coisa. Além da Toro Rosso que está leiloando seus assentos pára o próximo mundial, colocaria a Toyota e a Renault como equipes que perigam. A Toyota por também como a Honda gastar milhões sem retorno e a Renault porque sempre ameçou sair no entra ano sai ano.

Será que alguém comprará a Honda? Barrichello, Senna e Button, para onde irão? A F1 terá mesmo só 18 carros, com duas pistas (Montreal e Magny-Cours) de fora? Petrobras ficará sem destino? E Ross Brawn e Nick Fry vão pra onde? Sistema de medalhas?!?!

Respostas para essas perguntas nos próximos capítulos dessa novela de terror para os fãs da F1... :/

Algumas fotos da Honda nesses apenas três anos de equipe:






segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Aos Interessados!


Bem, desde que comecei a curtir Metal sempre tive um carinho especial pelo Iron Maiden(leia-se o cabeçalho do blog), aliás, que fã de metal não tem? Uma banda que nunca se esgotou em sua fórmula de sucesso, também renovar para que? como o visto no último disco a receptividade não seria tão boa quanto a dos CDs tradicionais.

Mas enfim o assunto não é esse, o fato é que o Iron Maiden desde o retorno de Bruce Dickinson no fim de 1999, tem visto os fãs com outros olhos. Não mais faz músicas para consumo e sim para uma espécie de "Marketing Pop" do Metal. Isso explica as milhões de coletânias lançadas desde essa data até hoje (Somewhere Back in Time), a promessa de lançar um disco ao vivo a cada disco de estúdio nessa nova fase da banda(leia-se aquela pataquada chamada "Death on The Road" em 2005) e também a visitação de paises fora da rota da maioria das bandas como India, Indonésia, Venezuela... e paises afins, de obscuros continentes longinquos da globalização do primeiro mundo.

Mas você pode perguntar: Isso não é bom? seria... se vendessem ingressos a preços aceitáveis.

O fato é que Harris e sua trupe, tem usado de sua fama últimamente única e exclusivamente para arrancar cada tustão dos fãs da banda com lançamentos desnecessários e com shows como o que farão em Março do ano que vem aqui no Brasil.

Qual é a deles ao cobrar R$350/R$140 num show?e ainda faze-lo no autódromo de Interlagos, um lugar que nem tem estrutura para que as pessoas consigam ver bem o show(leia-se a ausência de arquibancadas).

A desculpa para se fazer um show lá, foi que teriam mais espaço para quem não foi ao show desse ano ter a "oportunidade" de ir no ano que vem, papo furado(veja mais acima o "oportunista" preço imposto aos fãs).

Enfim, é uma pena que uma banda tão boa tenha virado para esse lado tão deplorável da música de hoje em dia, o capitalismo. Procurando leiloar apenas para os ricos uma arte que deveria ser de todos, a boa música.

O que não quer dizer que deixarei de ser fã da banda, muito pelo contrário, isso foi apenas uma crítica consciênte de um fã que se pudesse iria ao show, porém não pode e vai ter que engolir o sapo de não ir ao show de uma de suas bandas favoritas da qual sempre foi um fã fiel.