domingo, 8 de março de 2009

Para gostar de Iron Maiden (Volume3)

Antes de acabar o dia outro som do Maiden:


Wasted Years do disco Somewhere in Time (aconselhado aqui ao lado>>>) lançado em 1986. Ontem havia dito que acho Adrian Smith o melhor dos guitarristas do Maiden, um dos motivos pelo qual acho isso é sua participação nesse disco, compondo sozinho 3 músicas das 8. E diga-se de passagem senhoras composições como esta que está ai acima. Outro destaque é o clipe, o que mais gosto do Iron Maiden. Apartir desse disco as composições da banda ficam um pouco mais robustas graças aos sintetizadores, teclados e reverbs no som. Para tirar a prova basta ouvir Run to the Hills e depois essa, constata-se o "clima" é bem diferente.

Vá lá... ouça... garanto que vale a pena!

sábado, 7 de março de 2009

Nascido para guiar

Bom, há alguns anos, mais precisamente em 2000/2001, tivemos nas pistas da F1 um piloto da Argentina, terra de Fangio pentacampeão mudial nos anos 50 na F1, seu nome era Gaston Mazzacane, um "Pay-Driver" que realmente justifica a má fama desse nicho de pilotos, que tiveram seu apogeu na minha opinião durante sua passagem memorável pela F1.


Se você não o viu ou não se lembra dele ai vai uma pequena amostra do talento do argentino prodígio:
Elkhart Lake 2004, ChampCar. Nem lá nos EUA, em uma categoria seriamente enfraquecida, a criatura se deu bem...
Enfim, esse foi Gaston Mazzacane ***aplauso***.
Me lembro do GP da Austrália de 2000, na ocasião o argentino fazia sua estréia na F1, de ele atrapalhadamente jogando o carro fora da pista para deixar os carros mais rápidos passarem, e ainda sem contar suas saidas de pista durante a prova. Isso se repetiu durante o ano inteiro em 2000.


Pois bem, o argentino era tão bom, tão bom, tão bom que 8 anos depois de sua passagem pela categoria máxima do automobilismo virou caminhoneiro, e hoje como vocês devem saber anda na F-Truck Brasil (como diria Galvão Bueno: "que ladeira abaixo"), eis que o mito ataca novamente
:
Acidente ocorrido ontem em Guaporé no RS, durante os treinos para o primeira prova do ano na categoria. Mazzacane não morreu, nem se machucou, porém vai ter que abdicar da corrida devido aos danos em seu caminhão.


A conclusão que posso chegar ao ver fotos como essa é... Giancarlo Minardi e Alain Prost estavam realmente precisando de muuuuita grana quando o contrataram, de tanta grana que não podiam contratar um "Pay-Driver" melhor qualificado. Pois bem, ano passado veio para o Brasil com a etiqueta "Fui piloto de Formula 1" porém específicamente no seu caso não significa de fato muita coisa pelo que vemos...

Para gostar de Iron Maiden (Volume2)

Continuando a série, a minha favorita dos primórdios:




Murders in the Rue Morgue lançada em 1981 no disco Killers que ainda não contava com Bruce Dickinson (que ai está cantando) na formação. O vocalista na época era Paul Di'Anno, que foi desligado da banda um ano depois graças a seus inúmeros porres. Mas a grande aquisição desse álbum em particular é a da guitarra de Adrian Smith (no video de colete e usando uma Fender Stratocaster Sunburst), que era um antigo amigo de Dave Murray dos tempos de adolescência, sendo assim Dave aconselhou Steve a ouvi-lo. Dito e feito, Adrian substítui assim Dennis Straton, o antigo guitarrista, cujo motivo da saida acabara sendo uma briga com o próprio Murray. Cá entre nós, opinião minha, Smith é o guitarrista mais completo do trio ai presente no video.

Essa música ai é tocada ao vivo pelo grupo em 2005 na Suécia durante a turnê (ah... se tivesse passado pelo Brasil...) Early Days, precursora na ideologia da turnê atual, Somewhere Back in Time. Os set lists apenas continham músicas dos 4 primeiros discos, e a novidade da turnê está nas três guitarras, já que as músicas originalmente foram gravadas com duas. Turnê divulgadora desse DVD ai:

Murders é minha favorita da era Paul Di'Anno no Iron Maiden, pois além do riff legal temos um grande prestígio a linha de baixo, que por sinal destaco para você prestar bastante atenção, pois é belissíma. Aproveite!!!

P.S.: A intro é a música The Ides of March que abre o disco em questão.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Para gostar de Iron Maiden (Volume1)

Bem pessoal lembram que eu tinha falado que breve teriamos um quadro parecido com o do carnaval aqui?! pois bem a coqueluxe músical voltou, porém agora com uma banda tema: ó Iron Maiden! isso ai pessoal os ingleses que viram para São Paulo no próximo domingo (depois desse agora). Até lá contei 10 dias então hoje começo uma coletânia aqui no blog.

Convido a todos que acompanham aqui o blog, e principalmente os que não ouvem metal, a curtirem esse novo quadro, não custa nada 5 minutos por dia não fazem falta. Prometo que vou caprichar!

Ai está a 1ª:


Run to The Hills lançada originalmente no disco The Number of the Beast de 1982, por sinal o primeiro com Bruce Dickinson como vocalista do grupo. Um som que não pode faltar em qualquer coletânia do Iron Maiden, seu ritmo contagiante, as cavalgadas no baixo e o solo de Dave Murray fazem a música um dos grandes marcos na carreira do Iron Maiden. Seu refrão é o que mais gosto do Maiden, se existe uma música que não pode faltar em um churrasco de minha autoria é essa! hehehehe

Aumentem seus volumes e sejam felizes!

Acabou Acabou ACABOUU!!!!!


Pois é pessoal... depois de enfadonhos e angustiantes 3 meses de espera e pé no saco de tanto boato, enfim a notícia. Ross Brawn será o proprietário da ex-Honda nomeada agora de Brawn GP. O motor é o Mercedes e os pilotos serão mesmo Barrichello e Jenson Button. Que beleza!

Pois bem, veja ai o BGP 001 em seu shakedown ocorrido hoje em Silverstone:







Olha que estéticamente não é feio não, e melhor, não tem nada a ver com o carro da Honda do ano passado, o que quer dizer que mesmo enquanto o time não dava certezas continuaram a toda com o projeto desse ano. Provavelmente a pintura vai ser revista para a Austrália, além do que não há nenhum patrocínio no carro, apenas o da Bridgestone, mas como esse é o pneu não conta.

O site do time diz que eles estarão nas duas próximas oportunidades de testar programadas em Barcelona nos dias 9-12 e 15-17 em Jerez, antes do GP da Austrália. E de fato vão precisar de muita quilometragem até a Austrália para não ficar no caminho durante o GP.

Agora gostaria de saber qual é a situação financeira do time, saber se vai conseguir sobreviver esse ano inteiro pagando tudo o que se deve, já que duvido que posssam conseguir resultados relevantes. De qualquer maneira esse ano já será muito bom para eles se o time sobreviver, já que a capacidade do Ross Brawn não é botada em xeque a longo prazo como tenho dito sempre aqui.

Enfim Button e Rubinho terão ano complicado, talvez o mais da carreira, desenvolver um carro ao longo do ano sem testes extra-corridas andando no fundão e com dinheiro contado será realmente muito dificil, mesmo com toda a experiencia dos 2 que segundo o site da Brawn GP é de 432 GPs somada, vão sofrer. Porém disposição é o que não falta aos dois já que nas duas últimas noites dormiram na fabrica de Brackley preparando tudo para o shakedown.

Bem, se sentiamos a falta de um garagista ai está, Brawn já foi mecânico, engenheiro, estrategista e agora vai ser chefe de equipe, uma história bonita que esperamos que futuramente dê bons frutos.

Nº 18 - Jenson Button
Nº 19 - Rubens Barrichello

quinta-feira, 5 de março de 2009

Tattooed Millionaire (Bruce Dickinson)

Custumo sempre usar esse quadro aqui no blog para falar de discos dos quais gosto e acho fora de série na minha seleta coleção. Porém esse não é o caso, poderia ser mas não é. Quando pensamos no nome Bruce Dickinson vem logo a memória os grandes clássicos do Iron Maiden em seus anos de ouro (Revelations, Powerslave, The Prisoner... etc...), na voz do sujeito em questão. Então ai, se falamos em Iron Maiden logo imagina-se que a carreira solo de Bruce tenha uma postura musical parecida, o que não é verdade.

Pois bem, nesse disco lançado em 1990 a sonoridade é o Hard Rock, e dos bem pops mesmo. Diria que para um fã de Iron Maiden o disco decepciona bastante. No quesito técnica é um disco bem pobre também, destaque para as linhas de baixo que quando notadas são bem simples, e juntamente a bateria acabam fazendo uma cozinha das mais enfadonhas. O guitarrista do álbum é Janick Gers, que no mesmo ano foi chamado para substítuir Adrian Smith no Iron Maiden no mal falado No Prayer for the Dying. Se você acha que isso faz com que a guitarra seja algo primoroso no disco, está enganado (diga-se de passagem que Gers está longe de ser o melhor guitarrista do Maiden). Os riffs até que são bons, mas os solos são bem precários na execução e de certa forma bem básicos.

O álbum começa com Son of a Gun, um dos melhores sons do disco, de letra forte e belo instrumental. A segunda é a faixa título do álbum, Tattooed Millionaire, a melhor do disco disparada. Música que vai além do belissímo instrumental e backing vocal afinadissímo, contém em sua letra uma crítica a Nikki Sixx, baixista do Mötley Crüe, por ter "dado uns pega"(por dizer assim) na mulher de Bruce Dickinson na época. Fofocas a parte essa música é a melhor do álbum inteiro.

Born in '58 é uma música auto-biográfica de Bruce, que possui um belo instrumental. Das melhores do disco, contra-balanceiando muito bem o violão com o peso do refrão. Hell on Wheels revela bem o lado Hard "AC/Dcistico" do álbum, os vocais rasgados de Bruce dão o complemento perfeito ao riff de Janick. Gypsy Road é a baladinha do CD, com até uma progressão bacana, um solo com aquele "feeling" basicão, nada de mais.

"Nada de mais" é exatamente o que traduz desse disco, não há uma música ou trecho notável no álbum. E isso vemos bem depois da metade, onde chegamos agora, do álbum.

A próxima é a mais chata e sem criatividade do disco, Dive! Dive! Dive!. Além dos clichês cansativos de um Hard Rock, como refrão pegajoso e partes onomatopáicas para os que não sabem a letra nos shows, os riffs são fracos, solo é ruim e o baixo é inaudível, enfim música tão consistente quanto um pudim.

All the Young Dudes seria o que eu chamaria de semi-balada, trata-se de um cover de David Bowie, mas totalmente revisto por Bruce Dickinson. Uma das mais belas do álbum. A faixa 8 Lickin' the Gun segue o exemplo de "Dive!(X3)", outra música que nada acrescenta no álbum apenas faz número, o 8 em 10.

Zulu Lulu apesar do nome letra tosca é uma das melhores do álbum, seu solo é o melhor do CD, lembra até um simples Blues, mas foi nessa simplicidade que se deram bem Bruce e compania. A última do disco é No Lies, talvez a mais obscura do álbum, mesmo com o toque Hard soa como diferente do resto do CD, principalmente em seu final.

Por fim basta dizer que é um disco comum, mas um comum que é irritante (e inesperado) tratando-se de Bruce Dickinson. Esperava-se muito mais de um disco de estréia de um icone do metal, como ele é. Esperava-se mais criatividade, mais consistência, mais técnica e, trocando em miudos, mais metal. Esse é um disco bom para quem gosta de simplicidade ao extremo e aprender refrões pegajosos para cantar no chuveiro, mas se você espera e gosta de robustez, característica do Iron Maiden, fique longe.
Set List:
1. Son of a Gun
2. Tattooed Millionaire
3. Born in '58
4. Hell on Wheels
5. Gypsy Road
6. Dive! Dive! Dive!
7. All The Young Dudes
8. Lickin' The Gun
9. Zulu Lulu
10. No Lies

terça-feira, 3 de março de 2009

Fim da novela?!?!


E por fim é quase certo que a ex-Honda andará em 2009, o shakedown será na sexta-feira com Jenson Button, um dos pilotos do time.

O que vivemos nos últimos dias foi certamente uma das maiores novelas da história dos bastidores da F1. A cada dia um boato diferente envolvendo Barrichello, Bruno Senna, Virgin, dono da Telmex... e quase que instantâneamente o boato era desmentido ou desacreditado pela imprensa ou pelos próprios protagonistas.

Agora parece que a novela está por fim terminando (ufa... não aguentava mais tanta fofoca de disse-me-disse), foi cravado por varios sites internacionais que a tal equipe que certamente correrá, e com o nome de Brawn Racing, terá motores Mercedes e como segundo piloto, talvez o azarão da disputa, Rubens Barrichello, que com isso entrará em seu 17º ano de F1.

Assim dessa forma Bruno Senna fica a pé, pelo menos por enquanto, nesse ano já que desistiu da GP2. Como já havia dito aqui há uma semana mais ou menos acho que Bruno foi um tando precipitado, ter investido o tempo em uma boataria foi um erro, tudo bem que quando Fry estava a frente do time era uma possibilidade real, mas de qualquer forma investir no espólio de uma equipe e ainda mais sendo o que foi a Honda foi muito infeliz da parte de Bruno e seus empresários. O que resta agora é ou tentar a GP2 ou se Bruno tivesse mesmo algo com a Mercedes correr na DTM.

Já Barrichello foi escolhido claro por sua experiência, e como também já havia dito aqui, seria a escolha mais acertada visando resuldados a longo prazo para a nova equipe. Com isso Rubinho entra em mais uma temporada ampliando seu recorde de GPs apartir de 267 no começo dessa temporada, se um dia vier a ser alcançado vai demorar muito.

Aproveitando a oportunidade seria muito bom que as pessoas começassem a respeitar mais o Rubinho, ele juntamente a outros pilotos deram o azar de ser da mesma geração de um dos maiores senão o maior piloto de todos os tempos, Michael Scumacher. Para mim é ignorancia pura falar que Barrichello é ruim, ele de fato ajudou constantemente Schumacher em suas conquistas na Ferrari, quando forem lembrar mais para frente do "Dream Team" da F1, que foi realmente a Ferrari de 2000-2004, Rubinho estará ali no meio como peça fundamental em tudo aquilo. O problema na minha opinião são suas declarações fora da pista, sempre muito ingênuas e pouco fundamentadas, o que acaba ajudando na sua certa impopularidade no Brasil.

De qualquer modo seria muito bom que todos o respeitassem mais por tudo que fez na carreira. Levou muito na cabeça de todos nos tempos de Jordan e Stewart por não vencer corridas na carência que o Brasil tinha de Ayrton Senna. Conseguiu um grande ano em 1999 foi pra Ferrari onde encontraria uma estrutura melhor, porém como a história provou Schumacher nunca permitiu que o mesmo tratamento seu fosse dado aos companheiros de equipe. A história está ai para ser estudada e vista por quem se interessar, Rubinho assinou com a Ferrari sabendo disso?... teóricamente sim, mas daí ficar tirando barato e falando mal dele é muita maldade, muita gente que fala mal do Barrichello se tivesse o mesmo talento e a mesma chance que ele faria a mesma coisa.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Forças indianas

A Force India apresentou hoje o seu novo carro para correr a temporada de 2009. Então veja ai o VJM02:









Muitos vão falar "-O Capelli tinha falado que a pintura era essa já" ledo engano, nosso amigo Marcos Antônio Filho do GP Series chegou primeiro, disse bem antes e fez a referência ao calendário do time bem antes dele.

Mas falando em pintura achei essa da Force India das mais bonitas desse ano, gostei bastante do verde no carro em contraste com laranja. Tá ai, esse o Red Bull foram os melhores para mim, o Red Bull ainda ganha pelo bico fino. Legal também reparar que mesmo em momentos de crise o carro indiano não está tão vazio apesar de andar um pouco mais atrás no grid (para não dizer um último), culpa pode ser da Kingfisher cujo proprietário é Vijay Maliya, mas enfim não ver o carro vazio é bom sinal.

Mas enfim, o que falar da Force India? Creio eu que nesse ano seu desempenho sofrerá sensível melhora com relação ao ano passado graças a entrada da Mercedes no projeto e também por esse ser o primeiro carro totalmente projetado pelo time já que o carro do ano passado era o carro da Spyker de 2007 com poucas modificações. Não sei se a saída de Mike Gascoyne influirá em algo, talvez tenham começado do zero quando ele foi desligado da Force India quem sabe ai um porque da apresentação do novo carro apenas agora no fim da Fevereiro, sendo assim pode ter sido indiferente. Detalhe para o espelho retrovisor bem diferente... se o ano passado foi das bigornas esse vai ser o dos retrovisores estranhos.

A dupla de pilotos é a mesma do ano passado, Adrian Sutil e Giancarlo Fisichella. Digo que a Force India só tem a ganhar com essa dupla, dois pilotos rápidos, um novato querendo se impor de fato e um veterano querendo se reincontrar depois de 13 anos na categoria máxima do automobilismo. Para desenvolver o carro não há uma dupla melhor também, por isso que citei acima, porém seus defeitos tem que ser minimizados, defeitos que na minha opinião podem ser grandes impecílios no trabalho ao longo do ano, que são, no caso de Fisichella, a tremenda inconstância no mundial, e no de Sutil demasiados acidentes e abandonos, ano passodo por exemplo o alemão abandonou em nada menos que 11 oportunidades.

Porém quem sabe um carro melhor que o do ano passado possa dar a eles mais oportunidades de pontuar, assim quem sabe esses números e pontos negativos possam ser minimizados ao longo dessa temporada.
Nº 20 - Adrian Sutil
Nº 21 - Giancarlo Fisichella

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Déjà-vu

A Williams mostrou a pintura definitiva para esse ano hoje oficialmente, veja ai:



Agora veja a de 2006:



Além de ficar muito aquém da pré-temporada, oh... a falta de criatividade... e mais uma coisa... será que eles acham que a FIA não vai vetar essas letas laterais, do lado do Cockpit? que perigo han...

Aproveito esse post para falar que o novo carro da Toro Rosso vem ai, e por incrível que pareça fará um "Shakedown" secreto no circuito de Adria na Itália. Não sei o porque disso, não é novidade pra ninguém que teremos um Déjà-vu quando virmos o novo carro da Toro Rosso, já que o Red Bull se mostrou bom nesses primeiros testes.

A luz no fim do túnel


E vejo hoje que Ross Brawn vai se apossar do que sobrou da Honda pelo nosso velho amigo "Management Buyout". O nome do time segundo o site do Speed Channel seria Brawn Sport. Segundo o site Fry abriu mão de ser o dirigente principal do time o faz crescer o boato de que Nick se retiraria do equipe após o fim do processo do "Management Buyout". O que de fato seria bom, pois o cara não manja nada de corridas e enquanto a B.A.R./Honda estiveram na sua mão só cairam de rendimento, a excessão lógicamente de 2006.

De qualquer forma a novela parece estar em seus últimos capítulos e logo, na semana que vem, saberemos se o time correrá mesmo na Austrália e com quem ao volante do segundo carro, pois recentes declarações botam Rubinho na jogada. Pois a Mercedes, afim de preparar Bruno Senna, botaria o brasileiro em um de seus carros na DTM fazendo assim com que o brasileiro passe um ano de aprendizado antes de estreiar na F1. De fato uma coisa boa pois evitaria um fracasso certo, não pela capacidade do piloto, e sim pelo carro que certamente andará em último, e seria momento agora de ter uma dupla experiente visando o sucesso a longo prazo.

As coisas começam a se juntar e desenhar realmente um futuro com 20 carros largando na Austrália. Esperemos até os carros serem apresentados e com que pilotos...

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Um bom caminho talvez


E na Terça-feira a USF1 foi apresentada no canal Speed. Dentre outras coisas foram ditos os nomes dos pilotos que poderiam vir a ocupar os lugares no time apartir de 2010. Para surpresa geral foi dito o nome de Rubens Barrichello em meio a outros pilotos americanos. O que intriga é que Barrichello passou os últimos meses nos EUA sem falar uma só palavra sobre a Honda e sua disputa pela vaga no finado time com Bruno Senna. Ai já dá a impressão que já havia um contato entre o brasileiro e a USF1.

Foi dito na entrevista também pelos diretores, que ambos queriam um piloto experiente para fazer frente a um americano. Ai tudo se encaixa, e diria eu que se o negócio todo der certo seria uma boa para o Rubinho. Existem varios riscos da coisa toda não dar certo, a falta de patrocínadores disponíveis que foi citada por Paul Stoddart ao Tazio é uma delas, mas se há alguma coisa que Barrichello pode fazer agora se quiser de verdade continuar na F1 é apostar suas fichas no projeto.

Uma situação bem parecida aconteceu há alguns anos com Mika Salo quando foi demitido da Sauber e foi requisitado pela Toyota para fazer um ano de desenvolvimento ao lado de McNish, porém a situação do finlandês se parece muito com a de Barrichello agora, teve de apostar as fichas em um projeto totalmente novo, a única diferença é que a sede da Toyota era na Alemanha e não nos EUA terra por hora fora do mapa do circuito mundial da F1. Se tudo der certo ele fará um ano de testes, e até correndo, para não ficar parado, por alguma categoria qualquer para em 2010 entrar na USF1 e fazer ai o último ano (porque dai pra frente já é demais...).

De qualquer modo há uma chance considerável das coisas darem errado, portanto, se eu fosse Rubens veria no que estava me metendo antes de sair falando qualquer coisa para me queimar mais. Esse é mais um daqueles projetos mirabolantes de entar no mercado americano, porém pelo menos, por enquanto, vai caminhando bem.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Carnaval que nada... eu quero é ROCK! (5)

Bom pessoas... último post desse quadro (pelo menos nesse ano!), já que o carnaval vai se acabando em cinzas, como já dizia o poeta. Porém não chorem, em breve teremos um quadro bem parecido aqui no blog é só esperar. Bem, então vamos com nossa última sonzera para que comece o ano de verdade:



Ace of Spades do Motörhead, lançada em 1980 como faixa título de seu disco original. Tinha varias músicas em mente quando criei esse quadro, mas cheguei a conclusão ontem de que essa não poderia faltar. Junto com outras coisas foi o baixo distorcido dessa música que me fez babar no Rock N' Roll. Sem contar os vocais rasgados, lembrando os de um bêbado (lembrando??) feito pelo mesmo Lemmy Kilmister que toca maravilhosamente o baixo fazendo parecer uma guitarra. A pouco tempo ficava em cima do muro quando o assunto era Motörhead, hoje já posso dizer que sou fã deles. Fora ainda a guitarra de "Fast" Eddie Clarke que me faz viajar quilômetros sem sair do lugar, enfim, a palavra pra isso (se é que existe...) é clássico.


ENJOY MY FRIENDS!!!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Carnaval que nada... eu quero é ROCK! (4)

Mais um vídeo da nossa série, ai está:


YYZ música do Rush lançada oficialmente no disco Moving Pictures de 1981, mas essa versão é de 2003 do álbum comtempladissimo Rush in Rio. Gênial é algo que pode se usar descrever o que é o Rush no palco, juntamente a técnica inacreditável dos músicos que compõem a banda. Muito se fala de Neil Peart quando falamos em Rush e tal... mas quem merece o maior destaque nessa banda na minha opinião é Geddy Lee, o baixista, tecladista e vocalista do grupo. Com o video acima você poderá perceber sua que destreza no baixo que é algo inimaginavel e impressionante (detalhe: sem palhetas!). Se você anda procurando algum músico virtuoso para se inspirar, Geddy é o cara!

Existe Luz no fim do túnel?


Pois bem, depois da desilusão com a Virgin, a Honda agora tem poucas chances de alinhar na Austrália. Depois de recusar ainda uma proposta vinda de Bernie Ecclestone, agora a única chance de sobrevivência é o tal do "Management Buyout". Pelo o que eu entendi disso, a Honda, ou melhor, seus funcionários desempregados tomariam conta da empresa, ou então alguma empresa auditora de fora ficaria com essa função.


Para dizer a verdade pessoal não sei bem o que isso significa por isso peço a ajuda de vocês, para me descrever o que aconteceria com a Honda no caso de Management Buyout (e mais, também não sei direito o que é isso...)... pois essa é a única esperança de termos 20 carros no grid para a temporada. !!!Help!!! XD


Mas uma pergunta vem a minha cabeça... por que Bruno Senna abriu mão de sua vaga na GP2 para esperar alguém do além comprar a Honda? isso é arriscar demais na minha opinião, já que tudo tem uma grande chance de dar pra trás. Se isso ocorrer o que Bruno fará esse ano? outra temporada de GP2 em uma equipe qualquer para se queimar? temos ai um momento delicado... vejamos até Março o que acontece...

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Carnaval que nada... eu quero é ROCK! (3)

Continuando o quadro, e justificando o nome meu blog, um Thrash Metal da melhor qualidade, deleite-se:


Primal Concrete Sledge segunda música do primeiro disco da fase Thrash pela qual o Pantera ficou conhecido, o grandissimo Cowboys From Hell(clique para ver a resenha do álbum). Adoro esse vídeo, que inclusive conta com Zakk Wylde no seu final entrando no palco, solando na guitarra de Dimebag Darrell, enquanto o mesmo lhe entrega cerveja na boca, épico!!hehehe. É fato pessoal que eu acho Pantera a melhor banda de Thrash Metal que já surgiu no cenário músical, pois no meu ver é a mais criativa no quisito riffs consistêntes, vocais rasgados e guitarrista solo.

Pessoal lhes digo, existem senhras bandas de Thrash Metal, mas Pantera é Pantera!!

R.I.P. Dimebag Darrell :/

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Carnaval que nada... eu quero é ROCK! (2)

Continuando nosso quadro salvador, como disse ontem hoje vou postar apenas um vídeo, para acabar o dia tranquilo. E lá vai:


Nothing Else Matters do Metallica, na melhor versão na minha humilde opinião, a com a orquestra de San Francisco em 1999. Infelizmente o maestro no vídeo, Michael Kamen, morreu em 2003, devido a sua longa luta contra a escreróse multipla. Certamente esse disco foi um dos mais ousados da história, juntar guitarras distorcidas de uma banda de Thrash Metal com melodía acadêmica e de certa forma burocrática de uma orquestra sinfônica, talvez nunca ninguém até hoje tenha ido tão longe a ponto de juntar músicalmente estilos tão diferentes.

Tudo bem que Nothing Else Matters não é nada pesada mais fica lindíssima ai. Fica a dica para quem quiser ir atrás desse disco chamado S&M do Metallica, se você curte Metallica sem frescuras com Load e Reload certamente irá gostar.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Carnaval que nada... eu quero é ROCK! (1)

Pois bem... é Carnaval pessoal! que bonito, que alegria, que BELEZAAA!!! batuque na favela do lado da sua casa até altas horas desprovendo seu merecido direito de dormir, música ruim, quem canta não sabe cantar, é neguinho gritando bebasso... enfim, estou em casa, todos viajaram e o que passa na TV aberta é desfile de escola de samba... argh!!!

Nunca gostei de carnaval e nesse ano a tal "festa" se tornou mais insuportável ainda. Pois bem, aqui no blog você vai encontrar um oasis no meio de tanta baboseira... com um vídeo por dia do melhor do Rock N' Roll. Como ontem já teve desfile estou em débito... excepcionalmente hoje posto 2.




Duas músicas 70tistas para começar, o nosso quadro... na primeira Boston com seu hit mais conhecido More Than a Feeling do disco que leva o nome da banda lançado em 1976. Aliás o Boston apesar de ser uma banda boa podemos chama-la comercialmente de "one-hit-wonder" por só terem implacado esse... porém eu tenho ouvido-os nos últimos dias e garanto que eles são muito mais do que apenas isso, fica a dica.

A segunda Kill the King do Rainbow (nada a ver com a do Megadeth). Belo som do disco Long Live Rock N' Roll de 1978, mas retirado do "recentemente" lançado Live in Munich de 1977. Não é preciso saber muito de música para ver que a maioria das bandas do Heavy Metal 80tista beberam dessa fonte.

Até a Quarta-feira de cinzas tem muito mais pessoal!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Muitas esperanças...

Acabei de ver no J Pezzolo a nova propaganda do banco Santander cuja estrela é Bruno Senna, veja só:

Olha... já estou com medo pessoal...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Agora vai?


Lembram-se de um post que eu fiz por aqui a um tempinho atrás da maior loja de discos do mundo, situada em Nova York, que estava prestes a fechar suas portas? pois bem, ela fazia parte do grupo Virgin.


Onde quero chegar? o dono do grupo, Richard Branson, dizem que está negociando a compra da ex-Honda e está realmente interessado em ter uma equipe na F1. É preciso dizer, é claro, que a Virgin é uma rede de lojas mundial e está em todos os continentes, mas é muito forte mesmo na Europa. E como parece que a crise econômica não foi tão sentida por lá pode haver um fundo de verdade nisso.

Eu nem sabia, a Virgin está até metida na aviação com singelas 5 companhias distribuidas pela Europa, América do Norte e até na Nigéria. Sem se satisfazer com isso o milionário ainda tem uma empresa ferroviária na Inglaterra. Realmente aquisições e conquistas repeitosas para alguém que começou com uma simples loja de discos na Inglaterra em 1971.

E agora Richard quer ter uma equipe de F1. A própria "Honda" já divulgou que está realmente negociando com ele, sendo assim logo teremos uma resposta pois na Segunda-Feira será o dia do pagamento da primeira prestação dos motores Mercedes, sendo assim algo já deve estar resolvido até lá. "Algum tipo de decisão deve ser anunciada após o final de semana", disse Ross Brawn ao jornal alemão "Blick". Outra versão (Daily Mail) diz que que o ex-staff sentaria para decidir o que fazer apenas no dia 28. Pois bem... então é certeza que em Março teremos uma resposta, e se não for fechado acordo até segunda-feira tenho certeza de que a FOM paga a prestação a Mercedes, já que Bernie se disponibilizou a ajudar.

Uma história parecida vivemos há alguns anos quando Paul Stoddart comprou a Minardi. O australiano já tinha uma empresa de aviação e se interessava por F1 a ponto de possuir 10 carros em casa (!!), quando comprou 90% da Minardi em 2001. Se esse negócio se concretizar espero eu que Richard Branson tenha mais sucesso na empreitada, a longo prazo, do que o australiano... porque nesse ano ele vai sofrer...

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Vale a pena ver de novo - GP da Itália 1993


A F1 chegava a Monza em 1993, já em clima de final de campeonato e em clima de decisão de título, pois Prost liderava o mundial com uma diferença consideravel de 28 pontos para Senna o 2° e 33 para seu companheiro de equipe Damon Hill em 3°. Ainda faltavam três corridas, mas para ser campeão já em Monza Alain teria que chegar a frente de Senna de forma que abrisse dois pontos para o brasileiro, assim sendo podia ser até 5° com Senna fora. Já Hill precisava ganhar 4 pontos em cima de Prost para levar a diferença para 29 pontos, dos 33 atuais, adiando a decisão.

Dois pilotos estreiavam na temporada de 1993 em Monza, o português Pedro Lamy substítuindo Zanardi na Lotus, devido ao grave acidente do italiano no primeiro treino em Spa-Francorchamps, prova passada. Que, por sinal, também foi a última de Thierry Boutsen, o belga se aposentou, dando lugar nessa prova na Jordan ao piloto italiano de F3000 ex-Leyton House em 1992, Marco Apicella. Ao contrário deles um dava adeus a F1, Michael Andretti que já havia cansado a paciência de Ron Dennis com varias atuações ruins ao longo do ano, saia da McLaren para ser substítuido por Mika Hakkinen apartir do GP de Portugal. Sendo assim essa seria a última corrida do norte-americano na F1.

Desde a Sexta-Feira Prost vinha muito empenhado a sair de Monza com o título e ganhando a prova, já no primeiro treino oficial o francês já fizerá a marca mais rápida a frente de todos. No segundo mais uma vez, assim ficando com o tempo de 1:21.179 que lhe deu a pole de número 32 na carreira. Hill largou em segundo com cerca de 0.4s atrás, mas a surpresa tinha ficado na 3ª posição, a Ferreri dona da casa de Jean Alesi, deixando Senna e Schumacher respectivamente para trás. Para completar o bom grid da Ferrari Berger largou em 6°. Infelizmente depois de muitos problemas e rodadas o estreiante Lamy acaba alinhando em 26° e último lugar para a prova, para ter uma idéia seu companheiro de Lotus, Johnny Herbert, iria largar em 7°.

No Warm-up um susto para a Ferrari e os tiffosi, Alesi vinha em volta de desaceleração depois de acabada o sessão e Berger ainda em volta rápida. Na entrada da Variante Ascari, Alesi para não atrapalhar Berger joga o carro para a esquerda, porém era tarde demais e Gerhard já estava na esquerda. Berger, vendo isso, não pensou duas vezes em jogar seu carro na grama (à cerca dos 328Km/h segundo a telemetria) para não bater no francês, dessa forma bateu no muro, escorregou até a caixa de brita, atravessou-a e bateu violentamente na proteção de pneus, fazendo com que alguns fotografos ali presentes até se jogassem no chão. Nas palavras de Berger: "Se tivesse batido em Jean aterrisava em Milão".

Mas, passado o susto a Ferrari ainda estava bem colocada para a prova, em suas 53 voltas no circuito de Monza.

Alesi se classifica em 3º perante os Tiffosi
Antes da volta de apresentação Lehto da Sauber que largaria na 13ª posição deixa seu motor Mercedes apagar, e assim é obrigado a largar no fim do grid. Na largada Prost pula bem em 1° Alesi larga de forma espetacular e fica em 2°, com Senna e Hill embolados pela 3ª posição. Na primeira chicane Senna tenta dar o bote mas acaba subindo na roda da Williams de Hill e saindo da pista. Hill por sua vez segue até a segunda perna da chicane quando é tocado por Berger e sai da pista. Mais atrás Aguri Suzuki bate no companhiero de Arrows, Warwick, na primeira chicane o que tira os dois da prova. Mais atrás e ainda primeira curva, ou melhor antes dela, um estabanado Lehto perde o ponto de freiada e bate em Barrichello, que ainda embalado bate em Apicella, os três também abandonam, e jogam diversos carros como os de Badoer e Fittipaldi fora da pista, porém conseguem regressar sem maiores problemas.




Ao final da primeira volta Prost é 1°, Alesi 2°, Schumacher 3°, Berger 4°, Herbert 5°, Brundle 6° e Hill e Senna que continuavam na prova estvam respectivamente em 9° e 10°. Na 2ª volta Andretti roda na segunda chicane e perde a 8° posição, acaba tendo que ir ao box trocar pneus, retorna no 21º lugar. Na volta 4 Schumacher passa Alesi na Variante Ascari por fora, conquistando o 2º lugar. Na volta 6 Hill já era o 5º passando Herbert na reta dos boxes. Senna na volta 8 vendo Hill indo em bora pra cima dos primeiros colocados, acaba se precipitando e bate na traseira do Ligier de Martin Brundle eliminando ambos da prova, a essa hora Hill já armava o bote para passar a Ferrari de Alesi pelo 3° lugar.

Na volta 14 Herbert erra na saída da parabólica, bate e abandona a prova. Uma volta depois era a vez de Berger entrar no box para não sair mais, devido a problemas com sua suspensão atíva. Sendo assim na volta 18, Prost voando é 1°, Schummy 2°, Hill 3°, Alesi 4°, Patrese 5° e Blundell 6°.

Na volta 20 Mark Blundell pressionado por Wendlinger, erra na saída da parabólica e bate a roda esquerda traseira no muro, abandona a prova em seguida. Logo após Schumacher encosta seu Benetton na Curva Grande com o motor Ford quebrado, enquanto Alesi pára no box. Na volta 23 Alboreto abandona a prova em um ótimo 8º lugar com seu Lola, graças a um braço de suspensão destruído.


Na volta 25 começam de vez as paradas com Prost e Patrese entrando. Uma volta depois é a vez de Hill. Duas voltas depois Hill começa a se aproximar do francês marcando seguidamente voltas mais rápidas. Algumas voltas depois Christian Fittipaldi que havia saido da pista na primeira curva tentava passar a Lola de Luca Badoer sem sucesso na reta dos boxes por varias vezes pelo 10° lugar - seu motor Ford não era tão forte quanto o Ferrari de Luca, porém seu carro era mais equilibrado fazendo com que ele não ficasse para trás de Badoer.

Hill continuava a se aproximar de Prost, na volta 36 a diferença já era de 14 seg, e iria abaixando, na 38 já era 9.7s. Nesse tempo Andretti passa Martini pelo 6° lugar. Na volta 41 Patrese entra novamente nos pits para trocar pneus. Na volta 43 a diferença entre Prost e Hill era 4.3 e diminuindo bastante. Patrese voltou dos pit com o rendimento ruim dos pneus, isso ocasionou duas ultrapassagens sofridas em seguida, por Wendlinger e Andretti. Uma volta depois Andretti numa recuperação sensacional ultrapassava belíssimamente Wendlinger pelo 4° lugar. Duas voltas depois era a vez de Christian, depois de passar mais de 30 voltas atrás de Badoer, passa-lo finalmente.

Andretti passa Wendlinger e fica com 3° lugar em sua última corrida na F1
Na volta 48 a diferênça era quase reduzida ao visual entre Prost e Hill... quando o motor do francês logo após ultrapassar Erik Comas, começa a fumar, sendo assim Hill já era o líder da prova com muita vantagem para a Ferrari de Alesi.

Sendo assim Hill fica em primeiro até o final das 53 voltas, confirmando a terceira vitória seguida, e depois de uma corrida excelênte com Alesi em 2° e Andretti fazendo pódio em 3°. Ainda por acabar a prova Fittipaldi que vinha tirando 3s por volta, desde que passou Badoer, para Martini encostara no italiano para passa-lo no final, porém calculou mal a distância e o resultado foi desastroso e impressionante. Veja ai:







Com a vitória Hill ficava a 23 pontos de Prost e adiava a decisão para o GP de Portugal. Com o abandono Senna perdeu a chance de ser campeão em 1993 e perdeu também o 2° lugar no campeonato, para Hill.

Veja o resultado da prova depois de 53 voltas:

1. 0 Damon Hill / Williams-Renault / 1:17'07.509
2. 27 Jean Alesi / Ferrari / +40.012
3. 7 Michael Andretti / McLaren-Ford / +1 volta
4. 29 Karl Wendlinger / Sauber / +1 volta
5. 6 Riccardo Patrese / Benetton-Ford / +1 volta
6. 20 Erik Comas / Larrousse-Lamborghini / +1 volta
7. 24 Pierluigi Martini / Minardi-Ford / +2 voltas
8. 23 Christian Fittipaldi / Minardi-Ford / +2 voltas
9. 19 Philippe Alliot / Larrousse-Lamborghini / +2 voltas
10. 22 Luca Badoer / Lola-Ferrari / +2 voltas
11. 11 Pedro Lamy / Lotus-Ford / abandonou
12. 2 Alain Prost / Williams-Renault / abandonou
13. 4 Andrea de Cesaris / Tyrrell-Yamaha / abandonou
14. 3 Ukyo Katayama / Tyrrell-Yamaha / +6 voltas

Melhores momentos: