quinta-feira, 3 de março de 2011

Um dia na Jovem Pan


Como a maioria de vocês já deve saber, ganhei no ano passado o Superpole (quiz da rádio Jovem Pan AM sobre F1). Cheguei ao fim do ano com 18 pontos dos 24 possíveis e a rádio agora me deve um boné do meu piloto favorito (Provavelmente Fisichella, mas ainda não decidi direito).

Ainda no ano passado mandei um email ao Felipe Motta (repórter de F1 da Jovem Pan e apresentador do quiz), para saber se poderia ir assistir ao seu programa semanal, Fórmula JP, ao vivo na rádio. Um programa normal, para ver o “fazer rádio” acontecer. Ele disse que tudo bem, que poderia ir, ligando para a rádio e agendando uma visita. Por falta de tempo e excesso problemas no fim do ano acabei ligando para marcar a tal visita apenas há umas duas semanas atrás. Ficou para o dia 12 de fevereiro (Pois é, fiquei um tempo sem internet, ¬¬, ou seja, duas semanas antes do dia 12)

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Pois bem, a expectativa era grande. Cheguei lá por volta das 12:20 (o horário do programa é 13:00). Não havia ninguém na recepção, e fui entrando. Cheguei à redação, meio vazia por ser sábado, e fiquei lá, de pé, conferindo o trabalho da rádio durante uns 15 ou 20 minutos. Não sabia com quem falar para que me guiasse até o estúdio do programa, os poucos redatores e repórteres que lá se encontravam, estavam trabalhando.

Enfim, depois de uns 20 minutos a moça da recepção chegou. Pedi que me levasse até o estúdio do programa. Ela atendeu, não sem antes consultar o Felipe. E com o alvará do mesmo pude adentrar pela primeira vez o estúdio de uma rádio no ar. Era 12:50 e o programa ainda não havia começado. Sem saber que outro programa estava no ar no momento que entrei, cumprimentei o Felipe falando alto demais. Ele rapidamente fez aquele sinal característico do “shhhh” com o indicador na boca.

O programa no ar era de futebol, sob o comando de Flávio Prado. Fiquei um tempo assistindo a ele. Estava meio de peixe fora d’água, já que TODOS que adentravam ao estúdio em que eu estava entrariam ao vivo e estavam com seus devidos textos já em mãos. Todos, sempre muito simpáticos, me cumprimentavam de sorriso no rosto.

Era chegada a hora do programa. Felipe Motta, que saíra por 1 ou 2 minutos, entrou novamente no estúdio acompanhado e me perguntando: “Você conhece o Christian?” Eu olhei para o cara que o acompanhava meio de rabo de olho e respondi um “Não”. Quando estiquei a mão para cumprimentar o tal Christian acabei me ligando. Estava simplesmente apertando a mão de Christian... Fittipaldi! Novo comentarista da Jovem Pan.

Felipe me apresentou a ele dizendo que tinha ganho o Superpole. E eu e Christian começamos a conversar. Perguntou meu nome completo, e se pesquisava muito de F1 apenas, ou sabia também de outras categorias. Respondi a ele que tudo que tem motor sempre me interessa a correr atrás. Porém o papo logo foi interrompido porque, afinal, eles precisavam entrar no ar.

Mais ou menos 13:05 o programa começou. E fiquei lá assistindo. O mais bacana de tudo foi ver o clima “descontraído” (entre aspas, afinal aquilo era trabalho) dentro do estúdio. Felipe, claro, falava mais. Pediu a participação de Christian, que, com seu iPad, trouxe os tempos do terceiro dia de testes em Jerez.

No primeiro intervalo, Felipe Motta saiu do estúdio para ligar para um entrevistado, me deixando com Christian apenas. Voltamos a conversar. De fato, havia muuuuuitas coisas que gostaria de falar e perguntar naquela hora. A primeira que me veio à cabeça foi algo sobre Indianápolis 1995, quando foi 2º colocado. Conversamos também sobre Surfers Paradise 1997. Ele me mostrou em sua perna direita a fratura dupla que sofreu depois da forte batida com Gil de Ferran. Fratura que o tirou das 6 provas seguintes daquele ano. Disse a ele que tinha a corrida gravada em VHS, e ele chamou minha atenção para o momento em que apertou o macacão de um dos membros da equipe médica (aos 10 minutos e 52 segundos). Disse que foi a pior dor que sentiu na vida, segundo o próprio “uma pontada insana”.

Logo o papo foi interrompido novamente. Entrariam no ar de novo. Christian faria ainda algumas colocações depois da entrevista conduzida por Felipe Motta. Porém enquanto Felipe ainda falava ao vivo (acho, não lembro), o simpático Christian me cumprimentava e ia embora. Estava tão anestesiado com sua presença e as histórias que me contara que sequer pedi pra tirar uma foto comigo. Besta. Fica pra próxima L.

Felipe tinha um compromisso depois das 14 horas, sendo assim, gravou uma parte do programa antes que chegasse, pois havia comunicado a ele que tinha vontade de entrevistá-lo. Enquanto o programa rolava conversamos bastante durante uns 20 minutos. Papo que virá para o blog em breve!

Depois da conversa, voltamos ao estúdio para o Felipe acabar o programa. Depois de terminado o programa, conversamos ainda bastante sobre F1 e afins. Como tinha dado a mancada com Christian não podia deixar passar a oportunidade de tirar uma foto com o Felipe antes de ir embora, o cara que me proporcionou uma experiência das mais inesquecíveis da minha vida.

Palavras não dão idéia do quão legal foram aqueles momentos.

Valeu Felipe! Fico devendo essa!

4 comentários:

Marcos Antônio disse...

po q legal sua experiencia, cara deve ter sido mto legal ter conhecido o Cristian Fittipaldi! legal mesmo, vou esperar a entrevista com o Felipe Mota...


PS Yeah! Alice In Chains!!!!

Pedro disse...

Caramba! Parabéns King! Que puta experiência, hein? Vou ficar de olho aqui pra ver a entrevista...

Abraços e muito sucesso!

Ron Groo disse...

Muito legal. Fiquei felizão por você. Mas da próxima vez tira uma foto com o piloto hehehehehe.

Parabéns!

Leandrus disse...

Que fodão, tomara que o próximo passo seja você não pedir o boné do Fisichella, hahaha!