segunda-feira, 16 de março de 2009

Para gostar de Iron Maiden (Volume 10 + Bonus)

Para acabar o quadro olho na hora! 23:58:


2 Minutes to Midnight lançada em 1984 como 2ª faixa daquele que é pra mim o melhor disco do Iron Maiden o Powerslave. Essa junto com The Number of the Beast foram as prmeiras músicas que ouvi do Maiden, que me fizeram apaixonar-me pela banda em questão. A música contém um dos melhores riffs de introdução da banda e um refrão cujos vocais são extrememente bem trabalhados, mas ainda na minha opnião perdendo para Aces High, claro. Música que também é um dos porques do qual Adrian Smith é meu guitarrista favorito do Maiden, o detalhe vai para a segunda parte do solo antes da parte instrumental, talvez o melhor no quesito feeling contra-balanceado com a velocidade de Murray.

Acabou sobrando uma das quais queria botar, mas como regras são feitas para serem quebradas e sou eu que mando aqui teremos uma "Bonus Track":


Sign of the Cross lançada em 1995 no disco The X Factor que contava com Blaze Bayley nos vocais do Maiden, porém ai é cantadan por Bruce Dickinson no último show de sua turnê de volta ao Iron Maiden no Rock in Rio de 2001. Na minha opinião o melhor instrumental de toda a história do Maiden. Desde o 2º refrão até a volta ao 3º a música é algo inexplicavel de tão Gênial, salve salve Steve Harris!!

Mas enfim, Blaze Bayley é um assunto delicado, não era ruim cantando músicas como essa ao vivo e sim cantando músicas de Bruce Dickinson das quais observando as gravações chega a dar vergonha alheia. Não por culpa dele, Steve Harris não devia estar muito bem da cabeça com a morte do pai nessa época, acabou escolhendo um vocalista que não tinha nada a ver com o estilo da banda. De qualquer forma Sign of the Cross é um sonzasso, longo, mas pra quem gosta de música esse é o menor dos problemas (que problema?!) no som, que se mantém tenso desde seu começo, com um trechinho de música sacra para então começar a música. Vale dizer que Sign of the Cross foi inspirada no filme "O nome da Rosa"(vale a dica do belo filme também!) estrelado por Sean Connery em 1986. Basta ver o filme para ver que Steve conseguiu transformar todo aquele clima de tensão e falta de vida em música, e das mais belas.

Pois bem pessoal, chegamos ao fim, espero que tenham gostado (eu A-DO-REI!) de viajar pela história do Iron Maiden comigo nessas 11 músicas, que como diz no título dos posts podem fazer de alguém que nunca ouviu metal e principalmente Iron Maiden começar a curtir o estilo, ou ao menos respeitar e para de falar que metal é só gritaria.

Enfim espero ter ajudado e divertido a todos!! Abraço!

4 comentários:

Julio Cezar disse...

Muito show essa sua série "Para gostar de Iron Maiden"!

Aproveitando a ocasião, gostaria de comprar alguns DVDs da banda (não todos)! Já tenho o Live After Death. Queria adquirir o Rock In Rio 2001, o Flight 666 e, se sair, da Somewhere Back In Time.

Você me recomendaria mais algum?

Marcos Antônio Filho disse...

Olha, Atpe gosto de algumas musicas com Blze,mas realmente Bruce Dickinson é fundamental pra banda.
e CLAP CLAP CLAP
genial esse especial, eu adoro Iron, agora eu amo esses caras!
valeu!

Bruno Santos disse...

Para terminar a série, mais duas músicas de arrepiar. Eu também adorei a série, olha que nunca fui fã assumido de iron, mas realmente conhecia as músicas, agora passei a gostar de já ter até meu playlist...

Bela iniciativa e será que outras bandas também terão a mesma honraria aqui no blog?

Torço que sim, abraços.

Leandrus disse...

Fui no show do Blaze esse ano e lá pude confirmar que realmente ele fez ótimas músicas com o Maiden; como vc disse, o problema era cantar as músicas do Bruce, pq os estilos são diferentes. Mas músicas como The Clansman (que inclusive fica pior com o Dickinson), Man on the Edge, When Two Worlds Collide e Futureal não podem ser ignoradas. Aliás, eu gosto do Virtual XI, mais até do que o X-Factor, e fico até meio encucado quando dizem: "o Virtual XI é sem dúvida o pior cd do Iron Maiden, e qualquer fã reconhece isso."

Mas eu não!